Os membros do grupo “Acadêmicos Amigos”, criado pela Resolução O1/16-ACLER, de maio deste ano, tomaram posse na noite desta quarta-feira, 26.

Com o auditório da Biblioteca “Francisco Meirelles” lotado, a sessão foi aberta pelo presidente Lúcio Albuquerque que falou sobre a decisão de criar o grupo e do trabalho que será realizado pelos empossandos e leu mensagem do acadêmico Abnael Machado de Lima, justificando sua ausência emr azão de estr em fase de recuperação de um problema de saúde..
A seguir tomaram posse, recebendo o broche de acadêmico e o diploma os seguintes
Acadêmicos Amigos:
Odete Pereira, poetisa e escritora;
Paulo Cesar Alves da Silva, poeta, escritor e pesquisador da literatura rondoniense;
Reinaldo Ramos das Neves, professor, coordenador de programa de comunicação na escola Orlando Freire, com vários prêmios nacionais;
Rose Mary de Carvalho Chagas, ativista cultural, cantora;
Tânia Kádma Souza de Araújo, poetisa e autora de livro;
Creusa Francisca Lima, professor, poetisa, escritora;
Ernesto Bentes de Melo, poeta, memorialista, cantor e compositor que conta a história de Porto Velho em música;
Francisco Chagas da Silva, cordelista, poeta, contista e escritor;
Gecilda Maria de Oliveira, professora, ativista cultural e poetisa;
Hélio Rocha, professor universitário, pesquisador da literatura regional, poeta e escritor;
Júlia Trindade de Souza, poetisa, escritora;
Mário Jorge de Oliveira, professor, memorialista, ativista cultural;
Aleksander Allen Nina Palitot, professor, historiador, escritor, divulgador da História de Rondônia;
José Carlos de Sá Júnior, jornalista, escritor, memorialista.
Em nome dos empossandos a Acadêmica Amiga Rose Chagas lembrou a responsabilidade de cada um dos que tomaram posse, lembrando a importância do ato e citando a figura do poeta e membro fundador da ACLER Bolivar Marcelino na data completou seis anos de falecimento.
O acadêmico Adaídes dos Santos saudou os Amigos em nome da ACLER e ressaltou o compromisso que estavam assumindo não só para com a Academia, “mas também para a Cultura e para com o Estado”.
