
A Academia de Letras de Rondônia abriu, na noite de quinta-feira, na biblioteca Francisco Meirelles, o Ano Acadêmico de 2017, com participação de grande número de membros.
Na abertura o presidente Lúcio Albuquerque falou sobre os projetos a serem desenvolvidos no período, dentre eles o retorno da outorga da Ordem do Mérito Acadêmico que seleciona até três personalidades por ano, que tenham realizado trabalhos de vulto sobre a cultura rondoniense.
O presidente do Conselho Municipal de Educação, professor Mário Jorge Oliveira, anunciou que no prédio do CME, na antiga Câmara Municipal, estará sendo instalada uma área específica para a história e a literatura de Porto Velho.
Já o presidente da Funcultural, museólogo Antonio Ocampo, sugeriu à ACLER uma parceria para realização de eventos ligados à atividade fim da Academia, fazendo a seguir uma exposição sobre os trabalhos da Fundação.

Durante o sarau foi feita uma homenagem especial à senhora Labibe Bartolo, falecida em fevereiro de 2013, moradora durante mais de um século em Porto Velho e, conforme a exposição do acadêmico Samuel Castiel, primeira mulher a participar como expositora de uma atividade pública na cidade, no ano de 1922 nas comemorações do centenário da Independência.
Ainda como parte do sarau literário apresentaram seus trabalhos os acadêmicos Creusa Lima, Paulo Sérgio, Adaídes dos Santos, Gesson Magalhães, Rose Chagas, Raimundo Neves e José Detoni.
Ao final foi aprovada proposta da acadêmica Yeda Borzacov, para que a ACLER comemore, no dia 21 de junho, o Dia Nacional das Academias de Letras.
