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Da esquerda para a direita: Samuel Castiel, Ademar Romano, HomeroScheidt, Marini e Chagoso.

Samuel Castiel e Ademar Romano
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Da esquerda para a direita: Samuel Castiel, Ademar Romano, HomeroScheidt, Marini e Chagoso.

Samuel Castiel e Ademar Romano
O evento ocorreu na Biblioteca Francisco Meirelles em Porto Velho na noite desta última sexta-feira (19) . O Acadêmico e Professor Ademar Romano é Membro Titular da Academia de Letras de Aguas Lindas de Goiás onde já presidiu a entidade.

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É com grande pesar que a Academia de Letras de Rondônia comunica o falecimento às 14 horas deste dia 5 de julho de seu membro fundador, professor e amazônida

Acadêmico ABNAEL MACHADO DE LIMA
Ocupante na ACLER da Cadeira número 6, cujo patrono é o etnólogo Manoel Nunes Pereira.
A ACLER, que sempre teve no Acadêmico Abnael Machado um de seus maiores expoentes, lamenta o ocorrido, mas tem a certeza de que em seus 87 anos de vida sempre honrou a Amazônia e seus compromissos com a Educação, a Cultura e a Historia Regional.
À senhora Nazaré Lima, filhos e neto, a ACLER solidariza-se na certeza de que o Acadêmico Abnael Machado de Lima combateu o bom combate e sempre honrou os princípios que nortearam sua vida.
O corpo será velado na Funerária São Cristóvão, Av. Gov. Jorge Teixeira, 2633 – Liberdade, Porto Velho – RO, e o sepultamento se dará no cemitério Recanto da Paz, BR 364, em frente ao Campus da UNIR, às 8h30min deste Sábado, 06/07/2019.
Porto Velho, 5 de julho de 2019
Academia de Letras de Rondônia
A Diretoria


Cumprimento o Senhor Presidente da ACLER Francisco Chagas da Silva, meu dileto amigo Chico Chagoso, em nome de quem estendo os cumprimentos a todos os demais membros da Diretoria; cumprimento honrosamente os demais acadêmicos da ACLER aqui presentes;
os Amigos da Academia que nos honram com suas presenças;
os familiares dos acadêmicos e demais convidados;
meu cumprimento especial a minha companheira de todas as horas e ocasiões Sônia, que, mais uma vez, me empresta seu prestigio abrilhantando esta cerimônia tão singular em minha vida, por que não dizer – mais uma.
Confesso. Nunca havia passado pela minha cabeça, fazer parte dos quadros da Academia de Letras de Rondônia, não por não ter prazer em ler e escrever, coisa que lá nos primórdios dos anos 1970, nos bancos escolares de Mariluz no PARANÁ, sob os ensinamentos competentes do nobre Professor Gesson Álvares de Magalhães, tive minha iniciação ao belo mundo da língua portuguesa.
Professor Gesson Magalhães, que anos depois vim encontrar em Rondônia, como acadêmico titular da cadeira nº 2, do saudoso Patrono Ary de Macedo, da Academia de Letras de Rondônia.
Sinto-me extremamente honrado ao assumir esse digno cargo de Acadêmico Amigo da ACLER, nesta cerimônia e agradeço a Deus por este momento.
Agradeço também a confiança depositada em mim pelo Presidente que me indicou e a todos os acadêmicos que me distinguiram com sua aprovação, bem como a toda a equipe da diretoria, com quem já estamos trabalhando efetivamente, pois estou ciente de que é enorme a responsabilidade do trabalho que o ilustre presidente me delegou – não foi à toa que me indicou.
Foi com a missão de auxiliá-lo como Diretor de Relações Públicas,
já com 1 grande evento na mira: o lançamento da Antologia 2017 da ACLER e, pragmaticamente, obter a concessão do título de utilidade pública estadual à Academia, ainda estamos trabalhando,
e outro que entrou na mira em seguida: a Comemoração do Centenário de nascimento da Pioneira do Ensino em Rondônia, Professora Marise Castiel – Patrona da Cadeira 37 da ACLER, hoje, garbosamente ocupada pelo acadêmico Samuel Castiel,
ambas cumpridas, ainda antes da posse.
Tenho certeza que a pendente também será, assim como as demais – que surgirão, também serão.
Boa noite e, mais uma vez obrigado!
É com profundo pesar que comunicamos o falecimento do Confrade Raimundo Neves de Almeida, ocorrido hoje pela manhã.
O sepultamento ocorrerá amanhã, 02/12/2018, à tarde, na cidade de Humaitá (AM).

A Academia de Letras de Rondônia – ACLER, pela sua Diretoria, em nome de todos os acadêmicos, expressa seu pesar pela perda imensurável sofrida pelo maior museu da América Latina e quinto maior do mundo, considerado seu acervo cultural que consistia em mais de vinte milhões de itens. A cultura nacional e mundial está de luto com a destruição de parte considerável dessa instituição bicentenária, o Museu Nacional.
Em 1976, quando vim aqui para ficar apenas um tempo, o jornalista e advogado Rochilmer Rocha estava lançando um jornal (A Tribuna) e encarregou-me de, no primeiro número e daí em diante, construir textos sobre fatos e personalidades da História local – um dos alvos a professora Marise Castiel.
Como sempre faço quando vou entrevistar alguém, procurei informações sobre quem era e o que representava para o Território aquela senhora. “Foi a primeira diretora do “Carmela Dutra”, disseram uns; “Tem envolvimento político partidário” ouvi de outros; “É uma liderança não só na Educação”, acrescentaram; “É muito envolvida com cultura, a música e o carnaval”, ampliaram. “Ela é uma referência importante no Território”, alguém falou.
Não sou de “tietar” ninguém, mas a partir daquela primeira entrevista – fiz algumas mais com a importante participação do jornalista Zé Carlos Sá e aos poucos fui passando para o lado daqueles que a respeitavam, e ainda respeitam.
Uma lembrança do ativismo político de Marise Castiel foi ter sido ela a primeira mulher a ser eleita para a Câmara portovelhense, em 1976 e, depois, quando houve a tentativa na Constituinte de 1989 de interiorizar a capital do Estado recém criado, Marise outra vez se apresentou como líder, levando dezenas de moradores da capital para a mobilização que pressionou os deputados a não aprovarem a ideia.
Há alguns anos houve uma mobilização para mudar de “Carmela Dutra” para “Marise Castiel” o nome do colégio onde Marise foi professora, diretora e sempre lembrada pelo muito que fez. Lamentavelmente, talvez pela inveja sentida em relação à importância do nome dela, deputados arquivaram a proposta. Ela é patrona hoje de uma escola infantil do governo.
Numa das primeiras reuniões da Academia de Letras de Rondônia, onde Marise Castiel é patrona de uma das Cadeiras, propus que a ACLER realizasse uma sessão solene para marcar a data deste 16 de julho, mas sob alegação de estar ainda de luto pelo falecimento do esposo sua filha, a acadêmica Sandra Castiel, agradeceu mas pediu que a solenidade não fosse realizada.
Nome maiúsculo na História rondoniense, quando atuou não só na Educação mas também em campos diversos da política, da administração pública e da cultura, presto minha homenagem àquela senhora nascida no Pará mas a quem Rondônia deve tributos grandes.
Considere-se dito!

Dia 16 – 1972 – O Incra implanta o projeto Gy-Paraná – região de Cacoal (26)
Dia 16 – 1983 – Com 246 artigos, é aprovada a primeira Constituição do Estado de Rondônia, pela Assembléia Estadual Constituinte (Lúcio Albuquerque, “Assembleia Legisltiva – 20 Anos da Nossa História”)
Dia 17 – 1947 – A senhorita Carolina Figueiredo torna-se a primeira mulher a pilotar um avião saindo de Porto Velho, numa viagem até Guajará-Mirim (Antonio Cantanhede, Achegas para a História de Porto Velho)
17 – 1948 – O seringalista Joaquim Pereira da Rocha envia ao deputado federal Aluízio Ferreira, com pedido de análise laboratorial, de amostras de uma terra preta recolhida em sua propriedade. Os testes confirmaram alto teor de cassiterita (Vitor Hugo, Cinquenta Anos do Território Federal do Guaporé)

Parabéns ao nosso Acadêmico!!!


