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Nota de Pesar – Emanuel Pontes Pinto

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É com profundo pesar que comunicamos o falecimento do Confrade Emanuel Pontes Pinto, Titular da cadeira número 4 desta Academia, ocorrida neste domingo, 20 de setembro de 2020.

FUNDAÇÃO DA ACLER

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Gesson Álvares de Magalhães

No dia 10 de junho de 1986, portanto, há exatos 34 anos, reuniram-se na Biblioteca Pontes Pinto, os seguintes intelectuais: Abinael Machado de Lima, Amizael Gomes da Silva, Ary Tupinambá Pena Pinheiro, Bolivar Marcelino, Edson Jorge Badra, Emmanuel Ponte Pinto, Esron Penha de Menezes, Eunice Bueno Silva e Souza, Gesson Álvares de Magalhães, Hélio Fonseca, José Valdir Pereira, Matias Alves Mendes, Paulo Nunes Leal, Raymundo Nonato de Castro e Vitor Hugo. (coloquei na ordem alfabética porque nenhum havia melhor do que outro, que merecesse destaque.)

O Sr. Raymundo Nonato de Castro que, na época, era Secretário de Cultura, Esporte e Turismo, teve a ideia de formar uma Academia de Letras, por decreto do Governador Ângelo Angelin.

Por maioria de votos, os fundadores resolveram que nenhum decreto governamental deveria fundar a Academia, por motivos óbvios.

Na pauta dos trabalhos, foram abordados os seguintes assuntos:

1º – Escolha do Presidente dos Trabalhos
2º – Escolha do Nome da Academia
3º – Escolha da Comissão encarregada de apresentar na próxima reunião da minuta dos estatutos
4º – Dia e hora das reuniões.

No item 1º da reunião, a responsabilidade recaiu sobre o Dr. Hélio Fonseca, que fora Chefe de Gabinete do 1º Governador do Estado, Cel. Jorge Teixeira de Oliveira.

No item seguinte, cogitou-se o nome da Academia. Alguns sugeriram que fosse Academia Rondoniense de Letras. Pediu a palavra um dos acadêmicos e disse que rondoniense ainda não constava como nome válido porque não constava dos dicionários. Anos mais tarde, isso foi legalizado. Sugeriu então, o mesmo acadêmico, o nome que leva ainda hoje, de Academia de Letras de Rondônia. A sigla ACLER foi sugerida depois.

A Comissão encarregada de fazer a minuta dos Estatutos foi sugerida e o presidente dos trabalhos acatou, sendo composta dos seguintes nomes:
Edson Jorge Badra, Gesson Álvares de Magalhães, José Valdir Pereira e Matias Alves Mendes. No dia 17 de junho, apresentaram a minuta dos estatutos que foi aprovada por unanimidade. Os Estatutos da Academia já foram atualizados, por sugestão de alguns acadêmicos.

Quanto ao item 4º, os acadêmicos resolveram que a próxima reunião seria no dia 17 de junho, quando a comissão encarregada apresentaria a minuta dos Estatutos.

A REUNIÃO DO POSTE

Sempre, após a reunião da Academia, alguns acadêmicos ficavam sob um poste existente na Rua Pinheiro Machado, conversando. A conversa era sempre a respeito da história de Rondônia e ali muito aprendi sobre o assunto ali discutido. Eu me lembro de alguns que ficavam na reunião do Poste. Não sei se vou me lembrar de todos, mas os que forem esquecidos me perdoem pois, velho como estou, não me recordo muitas coisas. Lembro-me que ficavam na reunião do poste alguns acadêmicos como, Abinael Machado de Lima, Esron Penha de Menezes, Vitor Hugo, Edson Jorge Badra, José Valdir Pereira, eu e outros de que não mais me recordo.

A Academia divagou por muitos lugares: Biblioteca Pontes Pinto, onde foi fundada, Palácio do Governo quando ainda era na esquina da avenida Jorge Teixeira com a  Av. Costa e Silva, na casa do presidente da Academia de Educação, no Ginásio de Esportes Cláudio Coutinho, na Associação Médica de Rondônia. de novo na Biblioteca Pontes Pinto, na Biblioteca Francisco Meireles e finalmente, no Centro Cultural Ivan Marrocos. Até hoje, a Academia não tem sede própria.

34 anos da ACLER

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Caríssimos Confrades,

          Há exatos 34 anos, um grupo de quinze intelectuais da elite rondoniense fundou a Academia de Letras de Rondônia. A data é comemorada a cada ano com atividades acadêmicas contando com a participação de autoridades e destaques a sociedade do Estado. Na diretoria da ACLER havia  um entendimento de manter e enfatizar a praxe comemorativa. Todavia, a pandemia que assola o mundo não nos permitiu sequer programar tal evento.

Dessa forma, conclamamos a todos que comemoremos a relevante data fisicamente isolados mas espiritualmente unidos.

           Comprometemo-nos a restabelecer nossas atividades acadêmicas tão antes quanto possível.

Parabéns a todos nós

Projeto Rádio Falante é tema de monografia

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A Rádio Falante da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Professor Orlando Freire, em Porto Velho, virou tema de monografia em 2014, da então aluna do curso de Comunicação Carla Cristina Pereira das Neves, que realizou pesquisa na emissora e construiu seu projeto de conclusão do curso.

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Após concluir o Ensino Médio, em 2010, na Escola Estadual Major Guapindaia, Carla dedicou-se à área da comunicação. Em seu artigo, ela provou, através de pesquisa de campo, que a educomunicação é um campo da educação que traz bons resultados ao processo de ensino.

Carla acompanhou um grupo de alunos que participava da rádio-escola, durante o ano de 2014, quando registrou a evolução das notas.

Ao comparar com grupos que não participaram da emissora, os estudantes que participaram da Rádio Falante obtiveram notas superiores.

“Isso se deu porque os alunos que participam do projeto desenvolvem as habilidades comunicativas fundamentais para apresentação de trabalhos escolares”, ressaltou Carla Cristina, ao demonstrar que para produzir o conteúdo da rádio é necessário trabalhar a pesquisa, a argumentação, o discurso, a postura e que esses aspectos são importantes no processo ensino-aprendizagem.

A emissora tem despertado interesses além dos educacionais. Alguns alunos que tiveram a oportunidade de participar do projeto decidiram transformar a experiência escolar em profissão.

É o caso de Anny Nascimento, hoje acadêmica de jornalismo numa faculdade particular da capital.

Outros alunos também se enveredaram para a comunicação como área de trabalho. Para Alcemir Ribeiro, coordenador do projeto, o trabalho também visa despertar o interesse do aluno pelo jornalismo.

NOTA OFICIAL – ACLER

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A Academia de Letras de Rondônia, com pesar, lamenta e repudia a ordem de recolhimento, pelas Escolas Estaduais de Rondônia, de obras consagradas da literatura brasileira, conforme amplamente  divulgada, supostamente atribuída ao titular da Secretaria de Educação de Rondônia (Seduc).

São 43 obras, incluindo clássicos como “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, de Machado de Assis, “Macunaíma”, de Mário de Andrade, e “Os sertões”, de Euclides da Cunha,  que, sob a alegação de “impróprias para os estudantes adolescentes”, teriam que ser excluídas das bibliotecas das Escolas Estaduais, o que, sob qualquer pretexto, representa um atentado ao livre direito de expressão.

A ACLER, no papel institucional de fomentar a cultura não pode deixar de combater atitudes dessa natureza que por si, são inconstitucionais.

Embora reconhecendo o trabalho do Secretário, frente ao Colégio João Bento da Costa, que revolucionou o estudo em Rondônia, esperamos que o lamentável episódio, felizmente já desautorizado, seja devidamente apurado e os responsáveis identificados, para que não volte a se repetir.

Eleição Acler 2019: Reeleito o Presidente Francisco Chagas

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Reeleito o Presidente Francisco Chagas (Chagoso) para o biênio 2020/2021 frente à Academia de Letras de Rondônia (Acler). A eleição ocorreu na Escola do Legislativo ás 20h desta última terça-feira. A Confraternização da Academia vai ocorrer na próxima quinta-feira, encerrando as atividades acadêmicas do corrente ano.

Edital – ACLER 001/2019 28/11/2019

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Acadêmica Sandra Castiel apresentou “Amor e Dor”, seu novo livro

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Com o auditório da Biblioteca Francisco Meirelles lotado, a acadêmica Sandra Castiel (Academia de Letras de Rondônia) apresentou sua nova obra literária, “Amor e Dor – contos e crônicas”, sábado, dia 9, evento que reuniu acadêmicos, literatos e convidados.

Em nome da Academia de Letras de Rondônia o acadêmico Samuel Castiel saudou a autora lembrando outras obras de sua lavra, como a que trata da primeira emissora de TV em Rondônia, a TV-Cultura, destacando ainda a leveza dos textos de Sandra Castiel e o cuidado que mantém no trato da linguagem.

O presidente da ACLER, escritor Francisco das Chagas, lembrou a importância que a autora de “Amor e Dor – contos e crônicas” sempre tem para com o resgate da cultura regional, “o que se observa em todos seus escritos”

 A obra “Amor e Dor – contos e crônicas” é uma espécie de viagem interior, que a acadêmica faz, lembrando fases de sua vida, na infância, na adolescência, em sua etapa adulta, mostrando sua espiritualidade, sempre com a elegância com que trabalha suas obras, com enorme atenção para seu nativismo e defesa da valorização do que seja regional.

Ao par com isso, Sandra Castiel também faz o leitor voltar no tempo, lembrando peculiaridades que havia antes, como a viagem em que aconteceu a escolha da “Rainha do Leopoldo Peres” – um dos confortáveis navios que atendiam a região e que deixaram de atuar na linha do Rio Madeira; lembra os tempos de juventude na crônica “Nossa Senhora Auxiliadora”, a vida em família com a “Casa das Oito Mulheres”, com destaque também para as folias em “O Nosso Carnaval dos Anos Dourados”.

A autora dá destaque especial em “A Minha Mãe”, onde lembra da sua genitora, que motivou outra obra de Sandra, o livro “Professora Marise Castiel e Rondônia: Educação, Cultura e Política”, este onde trata da figura da homenageada abordando em vários contextos, na política, na cultura e, principalmente, como educadora. Fotos do concorrido evento:

 

 

 

 

Nota de Pesar – Cláudio Batista Feitosa

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É com muito pesar que a Academia de Letras de Rondônia registra, e lamenta, o falecimento de seu acadêmico efetivo CLÁUDIO BATISTA FEITOSA, titular da Cadeira número 26, fato ocorrido na noite desta quarta-feira, dia 2 de outubro.
    Escritor autor de romance com premiação nacional e dos hinos de Porto Velho, da Polícia Militar, da Base Aérea e da 17ª Brigada de Infantaria de Selva, o acadêmico soube ocupar de maneira positiva seu lugar na cultura rondoniense.
    À senhora Sílvia Carvajal Feitosa, esposa, aos filhos Ricardo, Sérgio, Sílvio e Cláudia, aos netos e demais familiares, os mais sinceros sentimentos e a solidariedade da ACLER pela perda irreparável.

EM SESSÃO SOLENE E BEM CONCORRIDA ACLER HOMENAGEOU ACADÊMICOS FALECIDOS

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A memória dos acadêmicos Abnael Machado de Lima Cadeira nº 6),  Hélio Fonseca (cadeira nº 7), ambos fundadores, além de Raimundo Neves de Almeida (cadeira nº 32) e Antonio Serafim da Silva (cadeira nº 28), foi destacada na sessão magna de saudade realizada pela Academia de Letras de Rondônia, ACLER, na última terça-feira, no auditório da Escolado Legislativo com presenças de acadêmicos, familiares dos falecidos e mais de uma centena de convidados.
         O presidente da ACLER, acadêmico Francisco das Chagas explicou inicialmente que a sessão magna da saudade é realizada para lembrar os membros que faleceram, uma última homenagem da Academia e, ao final, com a declaração de vagas.
         Em nome da família do acadêmico Raimundo Neves de Almeida falou o seu filho Antonio Laet, lembrando a importância do incentivo à leitura, pelo pai, para a formação cidadã dele e seus irmãos. Antonio Laet citou ainda a forte ligação de seu pai com a Amazônia, finalizando com uma poesia assinada pelo acadêmico com destaque a providências que desejava serem feitas após seu falecimento.
         Antonio Serafim da Silva Filho representou a família do acadêmico Antonio Serafim da Silva, lembrando a trajetória profissional de seu pai, na antiga Sucam, e seu contínuo trabalho de leitura e pesquisa, “o que lhe permitiu ampliar muito além de sua formação escolar o conhecimento e o amor pela Amazônia”.
         Luciano Neves da Fonseca, lembrou a trajetória de seu pai, o acadêmico Hélio Fonseca, que ao lado de sua atividade como membro do Tribunal de Justiça sempre se aprofundava no conhecimento da História e da realidade regional, e o orgulho que tinha por ser membro fundador da ACLER.
         Filha do acadêmico Abnael Machado de Lima, Abnathalia Carvalho de Lima  discorreu sobre a importância que seu ai, fundador da ACLER, sempre deu às ações da entidade e lembrou os trabalhos realizados por ele, que foi membro da segunda turma de alunos da escola Carmela Dutra, ocupando funções diversas na área de Educação, como professor, diretor do próprio “Carmela” e membro várias vezes do Conselho Estadual de Educação.
         Em nome da ACLER a acadêmica Sandra Castiel enalteceu o trabalho de cada um dos quatro, recordando a participação de cada um deles tanto na própria Academia quanto nas ações que desenvolveram a favor da cultura e da Educação. Sandra Castiel destacou que as marcas deixadas por aqueles acadêmicos perdurarão por muito tempo não só na memória dos que com eles conviveram, mas, também, nos benefícios que legaram ao Estado.
         A acadêmica Ieda Borzacov fez uma breve alocução sobre a figura do acadêmico Hélio Fonseca, lembrando tê-lo conhecido ainda bem jovem, e ter ele participado do grupo de intelectuais que se reunia sempre no hall do antigo Porto Velho Hotel (atual Unir centro), citando-o como um intelectual com profundas raízes regionais.
         Última a falar, a professora Francisca Batista, presidente do Conselho Estadual de Educação elogiou asa ações desenvolvidas pelo acadêmico Abnael Machado de Lima, especialmente ligadas ao fortalecimento do próprio Conselho.