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Carla acompanhou um grupo de alunos que participava da rádio-escola, durante o ano de 2014, quando registrou a evolução das notas.
Ao comparar com grupos que não participaram da emissora, os estudantes que participaram da Rádio Falante obtiveram notas superiores.
“Isso se deu porque os alunos que participam do projeto desenvolvem as habilidades comunicativas fundamentais para apresentação de trabalhos escolares”, ressaltou Carla Cristina, ao demonstrar que para produzir o conteúdo da rádio é necessário trabalhar a pesquisa, a argumentação, o discurso, a postura e que esses aspectos são importantes no processo ensino-aprendizagem.
A emissora tem despertado interesses além dos educacionais. Alguns alunos que tiveram a oportunidade de participar do projeto decidiram transformar a experiência escolar em profissão.
É o caso de Anny Nascimento, hoje acadêmica de jornalismo numa faculdade particular da capital.
Outros alunos também se enveredaram para a comunicação como área de trabalho. Para Alcemir Ribeiro, coordenador do projeto, o trabalho também visa despertar o interesse do aluno pelo jornalismo.
