<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/C-gV1YYOHDL/?utm_source=ig_embed&utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% – 2px); width:calc(100% – 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/reel/C-gV1YYOHDL/?utm_source=ig_embed&utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; 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overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/reel/C-gV1YYOHDL/?utm_source=ig_embed&utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank">Uma publicação compartilhada por João Ganzarolli (@filosofiadaarte)</a></p></div></blockquote>
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O rei está nu
Convite – Academia Brasileira Médicos Escritores
Convite – Academia Brasileira Médicos Escritores

PORTO VELHO: NATUREZA EM CHAMAS
Sandra Castiel
Era madrugada de quinta-feira quando despertei; minha respiração estava difícil, as vias respiratórias pareciam ter dificuldade em cumprir sua função. Levantei da cama, meio zonza, precisava de um copo d’água. Abri a porta do quarto e achei que minha casa estivesse em chamas: uma nuvem de fumaça preenchia cada espaço do corredor, inclusive do meu próprio quarto. Corri até a sala e a cozinha, a maldita fumaça mal permitia que eu enxergasse os móveis e os eletrodomésticos. Atônita, achei que a fumaça poderia vir das casas vizinhas, não vinha. Fui até o jardim, morada de dezenas de passarinhos que me alegram a vida com seu canto, mas não consegui vislumbrar as árvores e as plantas. Pensei nos diversos ninhos e nos filhotes ali abrigados: meu Deus, como iriam respirar normalmente? São seres tão frágeis…
Custei a entender que aquela cena terrível era o rastro da Morte, era a natureza em chamas, centenas ou milhares de árvores sendo derrubadas pela crueldade de quem queima vidas, para custear sei lá o quê; nada justifica o assassinato de tantos seres vivos que são gerados no ventre da floresta, a nossa floresta, a floresta que nos viu nascer e crescer nas terras de Rondônia, numa época em que se adentrava a floresta apenas pra colher o que ela produzia para a sobrevivência humana.
A floresta mantinha em seu entorno uma mulhara de energia invisível para nossos olhos, energia que fluía dos seres encantados que lá viviam para protegê-la: respeitávamos as lendas e os mistérios que constituíam nossa riqueza cultural.
Afinal, de que adiantou o “desenvolvimento” deste estado? O estado “cresceu” a troco de derrubadas inimagináveis; agroculturas de outras regiões testadas em nosso solo e incompatíveis com o clima e com a própria terra: “não tem problema, vamos experimentar em outro lugar”. E assim nossa grande, amada e cultuada floresta, gigante verde que abriga o coração da Amazônia, foi maculada com milhares de quilômetros de derrubadas e queimadas, locais onde a natureza não gera mais vidas. As questões de sobrevivência dos agricultores que deixaram sua terra de origem movidos pelos apelos de um ex- governador militar são legítimas e envolvem outras reflexões.
Deixo aqui minha indignação com o injustificável assassinato de nossas matas: a quem recorrer? Ouve-se tanto sobre projetos de órgãos responsáveis pelo meio-ambiente… Onde estão essas pessoas? A que vão atribuir crime de tal intensidade? Combustão de proporções absurdas, fumaça com cheiro de madeira nobre queimando? Não sei não.
Que os seres encantados que vivem nos recônditos da mata, dos rios, dos igarapés, dos igapós, clamem pela chuva, pois é ela quem reorganiza os incontáveis ecossistemas ali existentes e a sobrevivência de nossa floresta; que os crimes ambientais não fiquem impunes; que sobre os algozes da natureza pese a mão do Criador.
A Academia de Letras de Rondônia – Acler comemorou seu 38° Aniversário com um jantar aos Academicos, familiares e Amigos.
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Presentes o Presidente Francisco das Chagas (Chagoso) e esposa Antonia Rocha, os Acadêmicos Samuel Castiel Jr.e esposa Adna Soriano, Professora Sandra Castiel Fernandes, Dr. Demétrio Castiel Fernandes e esposa, Professora e Escritora Yeda Pinheiro Borzacov e seu filho Ary, Adaides Batista e esposa Irene, Lúcio Albuquerque, Carminda e esposo, Célio Leandro da Silva e esposa, Evaldo Schwambach e esposa.
O Acadêmico Samuel Castiel fez um relato histórico da Academia e seus fundadores. Todos os Acadêmicos presentes usaram da palavra e fizeram como sempre uma fruição literária, por onde desfilaram descontraídos lindos poemas e crônicas, alguns dedicados ao Dia dos Namorados.
Abaixo alguns flashs do jantar dos imortais!
CLIQUE E VEJA A GALERIA DE FOTOS:
Discurso de agradecimento de Viriato Moura pelo recebimento do título de Doutor Honoris Causa

É com grande honra que recebo o título de Doutor Honoris Causa, outorgado pela Faculdade Instituto Rio de Janeiro, destacada instituição que atua na educação superior há mais de 20 anos.
Disseminar conhecimentos nos níveis praticados por esta organização de ensino é cumprir a nobilíssima missão de ampliar oportunidades além do âmbito da pragmática sobrevivência material. O gênio polímata Leonardo da Vinci grafou: “O conhecimento torna a alma mais jovem e diminui a amargura da velhice, pois nos faz colher sabedoria e armazenar suavidade para o amanhã”. Isso, sem dúvida, é um pressuposto essencial para sermos felizes por mais tempo.
Jean de La Bruyèr, moralista francês, escreveu, em seu livro Os Personagens ou Costumes do Século, publicado em 1688, a lapidar frase: “Não há no mundo exagero mais belo que a gratidão”. Neste momento, é justamente esse sentimento que fala mais alto em mim. Para expressá-lo, valho-me da cronologia da minha jornada na tentativa de ser justo com pessoas e lugares que dela fizeram parte até agora. Como essas pessoas são tantas, desde logo, desculpo-me por não nomear todas.
Começo pela cidade onde nasci, Xapuri, no Estado do Acre. Embora tenha vivido lá pouco tempo, não poderia deixar de manifestar meu apreço e minha honra por ter vindo ao mundo naquele pequeno município dos confins do Brasil. À guisa de homenagear, in memoriam, alguns de meus conterrâneos que fizeram Xapuri mais conhecida e enaltecida, cito alguns daqueles que se tornaram personalidades exponenciais da nossa história: Chico Mendes, seringueiro, sindicalista e ativista político, lutou pela preservação da maior floresta tropical do mundo, a Amazônia, e pelos direitos de seu povo, o que o fez pagar com a própria vida; Adib Jatene, professor doutor, médico, inventor e ministro da Saúde por dois governos; Jarbas Passarinho, militar e político, tendo sido governador do Pará, ministro do Trabalho, da Educação, da Previdência Social e da Justiça, além de presidente do Senado, e Armando Nogueira, jornalista pioneiro do telejornalismo brasileiro que implantou o jornalismo na TV Globo, com destaque para a criação do Jornal Nacional, o primeiro com transmissão em rede e ao vivo da televisão brasileira.
Quando eu tinha apenas dois anos e meio de idade, minha família mudou-se para Porto Velho, capital do então Território Federal do Guaporé, atual Estado de Rondônia, cujo nome homenageia o Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, engenheiro militar e sertanista brasileiro, famoso por sua exploração da Amazônia, mormente por instalar a rede de telégrafos em regiões interioranas do Brasil e consignar apoio vitalício às populações indígenas entre tantos outros feitos que o alçaram ao pódio dos maiores heróis da nossa pátria.
Rondônia é um estado que, em seus primórdios, foi palco da maior epopeia do século 20, a construção da lendária Estrada de Ferro Madeira‒Mamoré, hercúlea empreitada em que trabalharam egressos de 52 nacionalidades, muitos dos quais pereceram ante às intempéries que lhes foram impostas pelas inóspitas condições ambientais de onde a construíram: doenças tropicais, principalmente a malária, a que mais matou; alcoolismo, desavenças humanas, etc. Foi nesse longínquo pedaço do Norte brasileiro, terra de destemidos pioneiros, onde iniciei minha busca de conhecimentos. Àqueles que me deram suporte nessa extensa caminhada, manifesto minha gratidão: às minhas primeiras professoras, Noêmia e Osvaldina; aos padres salesianos do Colégio Dom Bosco, de Porto Velho; aos irmãos maristas do Colégio Nazaré, em Belém do Pará, e aos professores da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Pará.
Quanto à especialização médica, lembro dos dias intelectualmente fecundos que vivenciei nesta encantadora cidade do Rio de Janeiro, quando aqui passei 3 anos, fazendo internato e residência em ortopedia no Hospital de Traumato-Ortopedia, o famoso HTO. Nessa unidade de referência em minha especialidade, tive a honra de ser eleito Chefe dos Médicos Residentes pelos meus colegas de turma, e a oportunidade de promover, em 1976, com suporte da direção daquele nosocômio, a 1ª Jornada de Médicos Residentes em Ortopedia do Rio de Janeiro. No HTO, convivi com mestres que me preparam para o enfrentamento dos obstáculos que adviriam ao longo das muitas décadas em que atuei como ortopedista e como administrador na área de saúde, em hospitais públicos e privados. Ainda aqui no Rio, aproveitei o período noturno para me especializar em Medicina Esportiva, na Universidade Federal do Rio de Janeiro, e em Medicina do Trabalho, na Universidade Gama Filho. Por tudo isso, muito obrigado, Rio de Janeiro. Concluído esse ciclo de aprendizado, retornei para Porto Velho, onde tive que conviver, por muitos anos, com limitações de meios para prestar adequada assistência médico-hospitalar, principalmente nas especialidades que exigiam estruturas mais complexas, como a minha. Essa situação somente mudou com a inauguração, em janeiro de 1983, do Hospital de Base Ary Pinheiro, que nos disponibilizou boas condições estruturais e a presença de maior número de especialistas. Naquele histórico momento, fui escolhido pelo saudoso governador Jorge Teixeira de Oliveira, responsável pela construção do HBAP, para ser o primeiro diretor-geral daquele gigantesco complexo hospitalar, então com 365 leitos e 1.200 funcionários. O povo de Rondônia é eternamente grato a esse competente governante que instalou nosso estado. Manifesto meu orgulho e minha gratidão ao Teixeirão por ter participado de sua equipe e desse período de progresso na medicina rondoniense.
Como docente, atuei nos primórdios da Fundação Universidade do Pará, que deu origem à Universidade Federal de Rondônia, onde ministrei, no curso de Licenciatura em Educação Física — naquele tempo ainda não havia faculdade de medicina em Rondônia —, aulas de anatomia, fisiologia e cinesiologia. Minha gratidão aos alunos da primeira turma do referido curso por me escolherem para ser seu patrono.
As honrarias que tenho recebido premiam minhas afeição e dedicação à medicina, à literatura e às artes. Foram os meus pendores literários e artísticos, aparentemente sem um elo mais estreito com a medicina, que validaram em mim a antológica frase de Albert Einstein, escrita em seu livro Sobre Religião Cósmica e outras Opiniões e Aforismos: “A imaginação é mais importante que o conhecimento, porque o conhecimento é limitado, ao passo que a imaginação abrange o mundo inteiro”. Um dos principais nomes da literatura lusófona, Fernando Pessoa, acrescenta a essa dedução a via sensorial das percepções humanas: A ciência descreve as coisa como são; a arte, como são sentidas, como se sente que são”. E medicina é ciência e arte. Ciência que cobra domínio de seus aspectos teóricos e práticos, e arte que requer sensibilidade para perscrutar os anseios mais íntimos do ser humano que sofre.
Ao mesclar conhecimentos e prática médica ao estudo e às produções que demandam imaginação criativa, foi-me possível penetrar em recônditos da natureza humana, tão rica e complexa, que precisa ser mais esmiuçada pelo médico para que obtenha os melhores resultados de sua atuação profissional. Por isso, desde há muito, mantenho como alicerce da minha conduta médica uma frase do italiano Augusto Murri, nomeado para a Cátedra de Clínica Médica da Universidade de Bolonha, em 1875, considerado um dos mais ilustres e inovadores médicos do seu tempo: “Se puderes curar, cura; se não puderes curar, alivia; se não puderes aliviar, consola”.
Muito obrigado.
RESUMO CURRICULAR DO OUTORGADO
Viriato Moura é médico, autor de 21 livros, entre eles 8 em estilo minimalista; 3 opúsculos e 9 participações em coletâneas literárias; jornalista, artista plástico, cartunista e chargista. Recebeu diversas condecorações a nível municipal, estadual e nacional, sendo as mais recentes: Comenda Dr. Ary Tupinambá Penna Pinheiro, concedida pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de Rondônia, e Comenda Moacyr Scliar – Medicina, Literatura e Arte, outorgada pelo Conselho Federal de Medicina. É membro da Academia Rondoniense de Letras, Ciências e Artes, da Academia de Letras de Rondônia e da Sociedade Brasileira de Médicos Escritores. No dia 23 deste mês recebeu o título de Doutor Honoris Causa, concedido pelo Instituto Faculdade Rio de Janeiro, e foi credenciado como docente da Faculdade Instituto Rio de Janeiro e Instituto Universitário Rio de Janeiro.
Lançamennto do Livro “FRAGMENTOS DA HISTORIA DA MEDICINA EM RONDÔNIA”
Em noite de gala, o Conselho Regional de Medicina lançou o livro do Acadêmico Heinz Rolland Jakobi intitulado ” FRAGMENTOS DA HISTORIA DA MEDICINA EM RONDÔNIA “, resgatando assim médicos pioneiros que ajudaram a construir a Medicina no Estado de Rondônia.
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Acadêmico Viriato Moura tem a “Outorga de Título de Doutor” aprovada

ABL oficializa nova palavra na língua portuguesa; saiba mais

A evolução da língua portuguesa é um reflexo dinâmico do tempo e das transformações sociais. Conforme a sociedade avança, o idioma necessita acompanhar tais mudanças, adaptando-se para refletir a realidade contemporânea.
Nesse processo de evolução, a Academia Brasileira de Letras desempenha um papel crucial, sendo responsável por monitorar e atualizar o vocabulário da língua.
A Academia Brasileira de Letras, ciente da importância de manter o idioma atualizado, realiza a adição de novas palavras ao léxico oficial.
Esse trabalho meticuloso visa preservar a riqueza e a vitalidade do português, assegurando que ele esteja alinhado com as demandas da sociedade moderna.
Um exemplo notável desse fenômeno é a palavra ‘logar‘. Embora essa expressão seja há muito tempo utilizada pelas pessoas em seu cotidiano, especialmente ao se referirem ao acesso a contas na internet, ela não tinha, até recentemente, reconhecimento oficial na língua portuguesa.
A origem da palavra ‘logar’ remonta ao inglês, idioma no qual o termo ‘login’ é amplamente utilizado.
A necessidade de expressar a ação de realizar o login em uma conta na internet levou à apropriação da palavra, adaptando-a ao português de forma espontânea.
Uma nova palavra surge na língua portuguesa
Por meio de um processo gradual e orgânico, ‘logar’ conquistou seu lugar no léxico brasileiro, tornando-se uma parte integrante do vocabulário utilizado diariamente por milhões de pessoas.
A Academia Brasileira de Letras, atenta às mudanças linguísticas, reconheceu essa evolução e oficializou ‘logar’ como uma palavra da língua portuguesa.
Essa incorporação não apenas reflete a capacidade do idioma de se adaptar, mas também ilustra a influência da era digital na evolução linguística.
As palavras, muitas vezes provenientes de outras línguas, ganham significado e relevância em contextos específicos, enriquecendo o patrimônio linguístico do português.
Em síntese, a evolução da língua portuguesa é um processo contínuo, moldado pelas necessidades e dinâmicas da sociedade.
A Academia Brasileira de Letras desempenha um papel vital ao reconhecer e oficializar novas palavras, como o caso exemplar de ‘logar’, que agora integra oficialmente o vocabulário português, testemunhando a constante adaptação e vitalidade do idioma.
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Essa diversidade permite que os jogadoresbrasileiros explorem diferentes opções e maximizem sua emoção comprobabilidades que aumentam a adrenalina. Você gosta de andar de bicicleta? obeisebol? Futebol americano? Você pode ter certeza de que esses esportes estãona plataforma.
Segurançae criptografia de dados avançadas
Através de tecnologias avançadas decriptografia, a plataforma garante a proteção abrangente dos dados de seususuários.
Este compromisso com a segurança dá aosjogadores a confiança necessária para mergulhar na experiência de jogo sempreocupações. Na Betsson a segurança dos seus dados é essencial para manter umrelacionamento estável com seus usuários.
Plataformaintuitiva e fácil de usar
A acessibilidade é fundamental para aexperiência de jogo e a Betsson entende isso perfeitamente. Sua plataformaintuitiva e fácil de usar não apenas facilita a navegação, mas também garanteque jogadores de todos os níveis possam aproveitar a emoção do jogo semcomplicações.
Do registro à realização de apostas, cada etapaé uma experiência tranquila e agradável. Algo que apreciam em todos os novatosque procuram as melhores opções para começar a jogar.
Amplagama de opções de apostas ao vivo
A magia das apostas ao vivo ganha vida naBetsson. Com uma grande variedade de opções de apostas em tempo real, osusuários podem mergulhar na ação e ajustar suas estratégias com base nodesenvolvimento dos eventos esportivos.
A emoção de experimentar o jogo no momento éincomparável e a Betsson torna isso possível com uma oferta extensa eemocionante. Desfrutar de um clássico entre Real Madrid ou Barcelona na suaplataforma de apostas é uma experiência inesquecível.
Variedadede métodos de depósito e retirada
A flexibilidade financeira é essencial e aBetsson entende isso ao oferecer uma variedade de métodos de depósito eretirada. De cartões de crédito a opções eletrônicas, os jogadores podemgerenciar suas transações de maneira conveniente e segura.
A versatilidade nas opções financeiras é umamarca que eleva a experiência do usuário.
Atendimentoao cliente eficiente disponível 24 horas por dia
O compromisso da Betsson com a satisfação docliente se reflete no atendimento ao cliente, disponível 24 horas por dia.
Uma equipe de profissionais treinados estápronta para esclarecer dúvidas e prestar atendimento a qualquer momento,garantindo que os jogadores se sintam apoiados e cuidados em todos os momentos.A Betsson resolve qualquer situação.
Diversidadede opções de jogos de cassino online
A oferta de jogos de cassino online da Betssoné um verdadeiro banquete para os amantes do azar. Desde slots emocionantes atémesas de blackjack e roleta, os fãs têm uma ampla gama de opções à suadisposição para explorar e desfrutar.
A variedade de jogos garante que cada sessão dejogo seja única e cheia de emoção. Quem nunca quis apostar na roleta? NaBetsson realize aquela pequena vontade de jogar e crie a sua própria sorte.
Bônuse promoções atraentes para usuários novos e existentes
A generosidade da Betsson se traduz em seusbônus e promoções irresistíveis. Tanto os novos usuários quanto os que já fazemparte da comunidade são recompensados com ofertas atraentes que acrescentamum toque extra de emoção a cada experiência de jogo.
Desde bônus de boas-vindas até promoçõesregulares, a Betsson demonstra seu compromisso em fazer com que cada apostaconte.
Transmissãoao vivo de eventos esportivos
A experiência de jogo na Betsson vai além dassimples apostas, graças ao seu serviço de transmissão ao vivo de eventosesportivos.
Os usuários podem desfrutar da emoção deacompanhar de perto seus eventos favoritos enquanto exploram as opções deapostas em tempo real. Esse recurso adiciona uma camada extra de imersão eentretenimento à plataforma.
Aplicativomóvel otimizado para experiência de jogo em movimento
A mobilidade é essencial na vida moderna e aBetsson abraça esta realidade com o seu aplicativo móvel otimizado. Osjogadores podem levar a emoção do jogo para qualquer lugar, desfrutando de umaexperiência fluida e envolvente na palma de suas mãos.
O aplicativo oferece todas as funcionalidadesda versão desktop, garantindo que a diversão nunca pare, mesmo quando vocêestiver em trânsito. Não há desculpas, onde quer que você esteja o aplicativomobile será informado em tempo real de toda a ação.
Em conclusão…
A Betsson não se apresenta apenas como uma casade apostas no Brasil, mas como um paradigma de excelência no mundo dos jogosonline. Com seus diferenciais, a plataforma não apenas atende, mas supera asexpectativas dos jogadores, oferecendo uma experiência incomparável que combinaemoção, segurança e diversão.
A cada aposta, a Betsson reafirma sua posiçãocomo destino preferido para quem busca vivenciar a emoção do jogo com confiançae entusiasmo. A plataforma que mais combina com o gene brasileiro, e o que vocêestá esperando para usar a Betsson?
A CAMPANHA PELA CRIAÇÃO DO ESTADO DE RONDÔNIA
Por Zola Xavier da Silveira *
O estado de Rondônia neste 04 de janeiro completará 42 anos de sua instalação. Quero aqui registrar que a criação do Estado foi um processo histórico que se iniciou a mais de 60 anos. Aproveito para parabenizar os pioneiros dessa jornada, que começaram essa luta a partir dos setores organizados da sociedade do antigo Território Federal de Rondônia. Foram movimentos suprapartidários, que reuniram todas as forças políticas que atuavam à época com os seus respectivos partidos políticos e também com as associações e cooperativas de classes, tanto na capital Porto Velho como em Guajará Mirim, os dois únicos municípios de então. A partir daí se formaram os Comitês para desenvolverem campanhas unitárias, portanto, com a participação dos segmentos sociais que bipolarizavam a política de então, os aluizistas e a Frente Popular, esta tendo como a sua principal liderança o deputado federal Dr.Renato Clímaco Borralho de Medeiros.
Na cidade de Guajará Mirim, a Pérola do Mamoré, como é carinhosamente conhecida pelos seus habitantes, mais uma vez, sua população sai à frente em defesa dessa região, pois ainda em abril de 1938 seus habitantes lançaram um histórico Manifesto dirigido ao presidente Getúlio Vargas em defesa da criação do Território na região da Estrada de Ferro Madeira Mamoré. Portanto, podemos afirmar para a história, que esta cidade às margens do rio Mamoré, com o seu protagonismo, é o berço do hoje Estado de Rondônia. E, quando em 24 de setembro de 1963, ocorreu a primeira manifestação social em defesa da criação do Estado de Rondônia, em reunião que se deu no salão nobre do Guajará Clube, ocasião em que seus fundadores tomaram posse no “Comitê Pró-Transformação do Território de Rondônia em Estado”, este ato confirmou, mais uma vez, o protagonismo dos guajaramirenses, cuja composição do Comitê contou com as seguintes pessoas: Raimundo Miranda Cunha, Salomão Jorge Badra Filho, Marco Aurélio Palácio, Ruy Almeida, Jorge Vassilakis, Américo Paes, Donaldo Patrocínio, Francisco Pereira Torres, Dr. Cláudio de Alencar Fialho, Almerindo Ribeiro dos Santos, Dr. Mariano Sá Ribeiro, Flávio Paes, Joaquim Gomes de Oliveira, Dr. José Cardoso Alves, Manoel Boucinhas de Menezes, Carlos Teixeira, Paulo Saldanha Sobrinho, Almir Alves Ribeiro, Dionísio Schokness, José Barbosa, Aníbal Pontes, William Bouchabki, João Rodrigues da Silva, João Saldanha, Salviano Honorato de Souza, João Oceano C. Souza, Pedro José ( Rio Grande), Waldemar Lopes de Lemos, Simão Salim Graciliano Maia, Clementino P. Castelo Branco, Ernesto Carlos Woilrath, Teófilo Vimão de Souza, Antonio Luiz de Macedo, Pedro Nicolau Flores, Francisco Otacílio Mesquita, Heitor Andrade de Macedo, Salomão Abierana, Francisco Nogueira Filho, Miguel Pereira, David Pereira da Silva, Militão Leite, Dr. Roberto Boucinhas de Menezes, Pedro Eleutério, Dr. Hélio Arouca, Dr. Edson Jorge, e mais outros nomes…
Em Porto Velho, o jornal O Guaporé, em 21 de setembro de 1963 publicou uma nota informando que seria criado o “Comitê Pró Estado de Porto Velho”, para isso conclamou à população para uma reunião onde se daria a escolha de seus futuros membros. Esta nota foi assinada por pessoas identificadas com as duas correntes políticas que predominavam no antigo Território de Rondônia, os aluizistas e os que integravam a Frente Popular. Dentre os seus signatários temos: João Leal Lobo, presidente da URES – União Rondoniense dos Estudantes Secundários; Cel. Paulo Nunes Leal, José Saleh Morheb, comerciante; Clidenor Moreira Jorge, histórico militante comunista; Vinícius Danin, jornalista; José Nilo Pontes, comerciante; Lucini Sebastião Pinheiro, membro da diretoria da Associação Comercial, Enéas Cavalcante, comerciante; Hamilton Raulino Gondim, médico; Emanuel Pontes Pinto, editor do jornal O Guaporé; Flodoaldo Pontes Pinto, empresário; Cezar Zohgby, comerciante e muitos outros…
| Deputado Federal Dr. Renato Medeiros – acervo da família |
No Congresso Nacional o representante do Território de Rondônia, deputado federal Renato Medeiros, em 19 de março de 1964, fez uso da tribuna informando a posse do governador doTerritório, Aberlardo Mafra, e, abordou também, o tema da criação do Estado de Rondônia.
Segue trecho do discurso: “Esperamos que, o Sr. Coronel Aberlardo Mafra possa desempenhar os deveres de seu cargo durante os três anos que ainda nos faltam de mandato, para que possamos trabalhar pela transformação do Território de Rondônia em Estado. Território fabulosamente dotado, com todas as possibilidades de se transformar num estado promissor, em necessidade de um trabalho fecundo para que suas reservas minerais e agrícolas possam ser perfeitamente aproveitadas. Agora mesmo usando a oportunidade de estar na tribuna desejo fazer um apelo ao Departamento Nacional de Estrada e Rodagem, para que termine a BR 29, (hoje a BR 364) que é o verdadeiro pulmão do Território de Rondônia. A BR 29 corta o Território em toda sua extensão. E para que haja tráfego durante todo o ano, há necessidade somente do levanamento do leito da estrada no trecho do rio muqui. São somente oito quilometros de terreno alagadiço, que dificultam o trânsito durante a estação invernosa.” ( Diário do Congresso 19 de março de 1964 )
Infelizmente, poucos dias depois do pronunciamento do deputado Renato Medeiros, o Brasil foi surpreendido com o golpe civil militar de 1º de abril, interrompendo a vida democrática nacional, postergando sobremaneira a criação do Estado de Rondônia por mais de quinze anos, além das medidas traumáticas ocorridas pelo o Brasil afora decorrentes do estado de exceção, como prisões, perseguições de opositores ao regime militar e cassações dos mandatos de palamentares. O deputado Renato Medeiros foi incluído na primeira lista, interrompendo sua carreira política iniciada no final da década de quarenta quando se formou a Frente Popular, ainda no antigo Território Federal do Guaporé.
Contudo, a chama da esperança não se apagou. Como prova disso, o advogado e ativista social, integrante da Frente Popular em seu segmento socialista, Dr. Fouad Darwich Zacharias, retomou o debate sobre a necessidade de se criar o Estado de Rondônia e o fez com a publicação no jornal O Guaporé, em 21 de julho de 1967, com o texto denominado ´O Estado de Rondônia´, que representou um verdadeiro manifesto, onde ele abordou de maneira pormenorizada, a falta de uma ampla representatividade da população no Congresso Nacional, “O Território elege um único deputado para a Câmara Baixa do País. Nessas condições as minorias não são representadas.” e segue o Dr. Fouad com a denúncia das imposições sofridas pela população rondoniense, “quanto ao governo, o seu modo e forma de atuação define o ´status´ colonial de Rondônia. O governador é imposto pela vontade unilateral do presidente da República, nenhum poder legislativo controla ou limita os seus atos e atribuições. Por sua vez esses atos e atribuições não emanam da Constituição que, apenas, se refere aos Territórios de passagem, mas decorrem do decreto presidencial que instituiu os mesmos Territórios, complementado por leis que aparecem como um esboço de organização administrativa. O controle é feito de Brasília e do Rio de Janeiro pelos órgãos administrativos da República. Assim, o controle é administrativo, não é político.”
Por fim, o ilustre advogado termina seu ” manifesto ” com um brado em defesa do Estado Democrático de Direito: “Da exposição sintética que fazemos da atuação político-administrativa do Território, o que mais se acentua é a forma discricionária do governo, com a centralização de poder e autoridade nas mãos de uma única pessoa, o que conflita com o Estado Democrático e Constitucional do Brasil.”
Portanto, o processo social em que a história nos mostra, é de que a população do Território de Rondônia, não se omitiu frente a necessidade da criação do Estado de Rondônia, muito pelo contrário, nos deixou um legado onde os valores cidadânicos estiveram sempre presentes, em defesa da democracia, com a participação ativa da sociedade civil.
* jornalista
– Idealizador e produtor do documentário “Caçambada Cutuba – a história que Rondônia não escreveu”, 2019;
– Autor do livro livro “Uma Frente Popular no Oeste do Brasil”.editora Aquarius, 2023.

