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Conheça o Petit Trianon, sede da Academia de Letras há 100 anos

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Fonte: Jornal o Dia.
Fotos: Wlmedia Commons

Viriato Moura lança mais um livro de literatura minimalista

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O médico Viriato Moura, membro da Academia Rondoniense de Letras,  Ciências e Artes e da Academia de Letras de Rondônia, autor de mais de duas dezenas de livros, publicou mais um de literatura minimalista, gênero literário ao qual vem se dedicando em suas produções mais recentes.

Na obra, intitulada Pingos Contados – Nanocontos, constam  contos  concisos, que sugerem mais que explicitam, mas dizem o bastante para inspirar enredos diversos. O leitor, entretanto, não tem o compromisso de interpretar o nanocontos em consonância com o que fora imaginado pelo autor, podendo criar livremente suas histórias a partir da inspirações geradas por esses pequenos textos.

Segundo Moura, esse tipo de literatura, onde menos é mais, presta-se para estimular o poder interpretativo do leitor — o índice de analfabetismo funcional é elevadíssimo no Brasil. Nesse contexto, esse subgênero do conto tem função importante para a  redução dessa falha cognitiva na qual as pessoas leem mas não entendem o que leem. Os autores de nanocontos também se beneficiam com essa prática no que tange ao desenvolvimento cerebral pleno posto que escrevê-los exige a interação entre a área criativa do cérebro e a relacionada à lógica, por isso ajuda na  manutenção e até na melhora da memória e, consequentemente, na prevenção das doenças demenciais; enfim, na saúde mental das pessoas —conclui o autor.

O médico e escritor disse ainda que, no próximo ano,  através de palestras presenciais e lives, pretende empreender um projeto, em parceria com as academias de letras do estado, para que a literatura minimalista seja utilizada nas salas de aula de língua portuguesa, em especial os nanocontos, objetivando beneficiar o maior número de pessoas com esse tipo de literatura, tanto na condição de autores como de leitores.

Confraternização da ACLER 2023

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A Academia de Letras de Rondônia (ACLER) promoveu seu jantar de Confraternização na Residência do Acadêmico Homero Scheidt, com participação dos Acadêmicos e convidados. Alguns vídeos e fotos do evento👇





A Academia de Letras de Rondônia – promove sessão de Posse de novos Membros Correspondentes.

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Em noite de gala Acler dá posse a novos Membros Correspondentes. São eles Antônio José de Araujo (USA) Abrahim Sena Bezerra ( AM (  Ana Maria Felicidade Coimbra Tourinho( RJ ) e Angela Maria Guerra de Andrade ( RJ ). Todos eles tem íntima ligação com a literatura, com a cultura e com as Artes. Detém currículos volumosos e são autores de obras literárias premiadas nacional e internacionalmente. 
A Sessão de Posse virtual  foi bastante concorrida por convidados de vários estados. Momentos da sessão nas telinhas.

ACLER PROMOVEU A SESSÃO MAGNA DA SAUDADE

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A Academia de Letras de Rondônia – Acler promoveu a Sessão Magna da Saudade, em homenagem a imortais que faleceram nos últimos  anos. Foram homenageados os Acadêmicos Claudio Feitosa, Euro Tourinho (Honorário), Emanuel P. Pinto,  Gesson Magalhães, João Correia e César Romero Cavalcanti de Albuquerque. Muita emoção  e muita saudade marcaram o evento. Veja vídeos e fotos:

Vídeos:

NOTA DA ACLER – CARTA ABERTA À SOCIEDADE

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Nota à sociedade

Ailton Krenak é 1º indígena eleito para a Academia Brasileira de Letras

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Ailton Krenak foi eleito para a cadeira 5 da Academia Brasileira de Letras (ABL) nesta quinta-feira (5). O filósofo, professor, escritor, poeta, ambientalista e líder ativista da causa dos povos originários é o primeiro indígena a se juntar à instituição.

Membro da Academia Mineira de Letras desde março, ele entra para a vaga deixada por José Murilo de Carvalho, que morreu em agosto. Krenak recebeu 23 votos. Mary Lucy Murray Del Priore teve 12, e Daniel Munduruku, 4.

“O Krenak é um poeta. É uma visão de mundo muito apropriada para este momento em que o mundo está preocupado com o meio ambiente, com a mudança climática, que os povos originários lutam pelos seus direitos”, diz o presidente da ABL, Merval Pereira.

“Tudo isso está embutido na vitória do Ailton Krenak aqui na Academia, e estamos muito contentes com isso.”

Nascido em 1953 em Itabirinha (MG), Krenak fundou a organização não governamental Núcleo de Cultura Indígena, que visa promover a cultura indígena, em 1985.

Na Assembleia Constituinte de 1987, da qual o grupo participou por causa de uma emenda popular, assumiu ativo papel na defesa dos direitos de seu povo.

Autor de diversos livros como “Ideias para adiar o fim do mundo”, “A vida não é útil” e “O Amanhã não está à venda”, teve obras traduzidas para mais de treze países. Atualmente vive na Reserva Indígena Krenak, em Resplendor (MG).

“O Krenak é realmente um indígena que trabalha a cultura indígena, a valorização da oralidade e da tradição de passar as mensagens e os pensamentos”, afirma Pereira.

“Ele tem um livro, ´Futuro Ancestral´, na qual fala que reservar os rios é uma atitude de preservar o futuro. Os rios já estavam aqui antes da gente chegar, então, é por isso que essa visão da natureza, do homem junto da natureza, que estamos reforçando através de um grande escritor e de um grande intelectual indígena.”

Acler participa de mais um Sarau do Areal com muita concorrência de poetas, cantores e escritores

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Acler participa de mais um Sarau do Areal com muita concorrência de poetas, cantores e escritores

Veja fotos e vídeos:

Podcast – Dr. Viriato Moura – 09

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Podcast – Dr. Viriato Moura

Podcast – Dr. Viriato Moura – 08

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Podcast – Dr. Viriato Moura