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NOTA OFICIAL

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ACADEMIA DE LETRAS DE RONDÔNIA – ACLER

NOTA OFICIAL

    A Academia de Letras de Rondônia torna público seu lamento e sua solidariedade ao Acadêmico Paulo Cordeiro Saldanha e família, pelo falecimento de seu filho Delman Saldanha ocorrido neste final semana.

    Nossos pensamentos se dirigem ao Senhor do Universo rogando que o acolha em Sua paz e conforte os familiares.

Porto Velho, 13 de junho de 2016, Ano 30 da ACLER

Hugo Evangelista da Silva                              Lúcio Albuquerque
        Secretário-geral                                   Presidente/ACLER

ACLER cria grupo de “Amigos da Academia”

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Como parte da comemoração de seus 30 anos de fundação e funcionamento, a Academia de Letras de Rondônia, ACLER, instalou nesta segunda-feira, 6, o grupo “Amigos da Academia”, composto por ativistas culturais das mais variadas manifestações.
A criação do “Amigos da Academia” foi decidida durante reunião recente da assembleia geral da ACLER, com os membros efetivos indicando nomes de candidatos, sendo aprovados em votação treze deles.

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Fazem parte do grupo de “Amigos da Academia” jornalistas, poetas, músicos, escritores e historiadores, todos com atividades culturais de relevância e que agora passam a integrar o quadro da Academia de Letras de RondôniA (ACLER)

A instalação do “Amigos da Academia”  aconteceu em sessão simples no salão “Afonso Ligório” da Casa de Cultura “Ivan Marrocos” e os participantes foram saudados pela Acadêmica e cronista Sandra Castiel, que em seu pronunciamento destacou a importância da contribuição que cada um dos participantes vem dando para o engrandecimento da cultura rondoniense e da satisfação dos demais membros da ACLER em contar com as presenças deles.

Para o Acadêmico Gesson Magalhães, um dos quinze fundadores da ACLER, instalar o grupo na semana em que a Academia completa 30 anos de existência, tem um significado especial porque “vem aproximar mais a entidade da sociedade”.

A poetisa e escritora Júlia Trindade de Souza, participante do “Amigos da Academia”, citou de sua satisfação em estar no grupo, lembrando ser fundamental para o aprimoramento cultural da sociedade”ações como esta da ACLER abrindo espaço para as várias tendências culturais”. São os seguintes os nomes aprovados para preencher o novo quadro de “AMIGOS DA ACADEMIA”: FRANCISCO DAS CHADAS (CHAGOSO) ERNESTO MELO, ROSE CHAGAS, JULIA TRINDADE, REINALDO RAMOS, ALEKS PALITOT, PAULO SÉRGIO A. SILVA, GECILDA MARIA DE OLIVEIRA, IVO FEITOSA, SILVIO CARVAJAL FEITOSA, 

Acadêmicos da Academia de Letras do Estado de Rondônia (ACLER) participaram do o II Colóquio dos Institutos Históricos e Geográficos da Amazônia.

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Entre os dias 21 a 23 de abril de 2016, realizou-se na cidade de Manaus, capital do Estado do Amazonas, o II Colóquio de História e Geografia da Amazônia, promovido pelo Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas.

O evento contou com a participação do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão, representado por seu Presidente Euges Lima; Instituto Histórico e Geográfico de Rondônia, representado por sua Presidente Yêdda Pinheiro Borzacov e o associado prof. dr. Dante Ribeiro Fonseca, ambos acadêmicos da ACLER; Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, representado por sua Presidente Antônia Terezinha dos Santos Amorim e os associados Padre Sidney Canto e Jubal Cabral Filho, do núcleo de Itaituba.

Do Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas participaram os seguintes membros: Antônio José Souto Loureiro – Presidente, Marita Socorro Monteiro – Vice Presidente, João Bosco Botelho – segundo Vice-Presidente, José Geraldo Xavier dos Anjos – Secretário Geral, Rosa Mendonça de Brito, José Braga, Almir Diniz de Carvalho, Pedro Lucas Lindoso, Armando Andrade de Menezes, Manuel Roberto Mendonça, José Maria Pinto de Figueiredo, Julio Santos, Paulo de Brito Feitosa, Agnaldo Nascimento. Participaram, como ouvintes, mais de 100 alunos da Universidade do Estado do Amazonas e da Universidade Nilton Lins.

O evento serviu para uma reflexão e o compartilhamento de novas pesquisas sobre a história e a geografia da Amazônia, no âmbito dos Institutos Históricos e Geográficos e das Universidades as quais seus membros são associados.


 
Mesa de abertura do evento: da esquerda para a direita pelo Antônio José Souto Loureiro, Antônia Terezinha dos Santos Amorim e Yêdda Pinheiro Borzacov

A programação do Colóquio teve inicio no dia 21 de abril de 2016, com a mesa composta pelo dr. Antônio José Souto Loureiro (IGHA), profa. Antônia Terezinha dos Santos Amorim e nossa acadêmica Yêdda Pinheiro Borzacov. Abrindo e evento, o Presidente do IGHA, Antonio José Souto Loureiro deu as boas vindas aos participantes e passou a palavra ao associado do IGHA e secretario do Colóquio, José Maria Pinto de Figueiredo para que coordenasse as apresentações dos trabalhos que foi seguido da seguinte forma: Manaus, madrinha de Brasília – 60 anos da visita de JK ao Amazonas, por Pedro Lucas Lindoso; Reconstrução do Pajé amazônico, prof. dr. João Bosco Botelho; Pombal X Ordens – Estado Laico X Estado Religioso, Antonio José Souto Loureiro, e A História da Amazônia nos livros de história geral do Brasil, Dante Ribeiro da Fonseca. Após um intervalo de quinze minutos, agora sob a coordenação do associado Pedro Lucas Lindoso, continuaram as apresentações, conforme segue: A importância da Amazônia na Segunda Guerra Mundial – A guerra do fim do mundo, por Antonio Loureiro. Todas as apresentações foram debatidas pelos presentes.
Na parte da tarde, sob a coordenação de José Maria Pinto, foram apresentados os seguintes trabalhos: Francis de Laporte de Castelnau e sua passagem pela Comarca do Alto Amazonas e a Província do Pará, por José Geraldo Xavier dos Anjos; Aspectos da gripe espanhola em Manaus, Júlio Santos; Paisagem Cultural Amazônica relevância e fundamentação jurídica, Prof. Dr. Paulo Brito Feitoza; Eduardo Ribeiro, O Pensador, Adriana Nascimento. Após o intervalo, e sob a coordenação do associado Roberto Mendonça, o Presidente do IGHA, Antonio Loureiro apresentou a pesquisa “O negro na Amazônia: africanos livres e abolicionistas precursores”, ao final da apresentação foram abertos debates e se seguiu o encerramento do primeiro dia do Colóquio.

No dia 22 de abril de 2016, as 9 h., reiniciou o Colóquio, sob a coordenação do associado José Maria Pinto, quando foram apresentados os seguintes trabalhos: A nebulosa figura de Eduardo Ribeiro – Alfredo Loureiro e Luciana Gil de Souza; Memórias de Manaus: cidade e nostalgia em Frauta de Barro de Luiz Bacellar, de Fabio Fadul de Moura; A cabanagem na Amazônia, de Antônia Terezinha dos Santos Amorim; e A igreja e cabanagem, pelo Padre Sidney Canto. Após as apresentações houve debates e intervalo.  Após o intervalo os Presidentes dos Institutos Históricos e Geográficos, presentes ao Colóquio reuniram-se para traçar A Carta de Manaus, que foi coordenada e redigida pelo associado Pedro Lindoso, sendo lida e aprovada na seguinte forma:

CARTA DE MANAUS
Os participantes do II Colóquio dos Institutos Históricos e Geográficos da Amazônia, realizado na cidade de Manaus-AM, nos dias 21 a 23 de abril de 2016, conscientes de suas responsabilidades, principalmente para com os estudos científicos inerentes aos acontecimentos do passado, no tempo e no espaço, com foco principal na Região Amazônica, deliberaram preliminarmente:
RATIFICAR todos os termos da CARTA DO TAPAJÓS, emanada do I Colóquio dos Institutos Históricos e Geográficos da Amazônia, realizado na cidade de Santarém-PA, nos dias 13 e 14 de março de 2015, cujas deliberações aqui se transcrevem:

1) manifestar a preocupação de estudiosos das questões da Amazônia referente aos problemas que hoje afligem as populações desta região, e que entendemos devam ser incluídas na historiografia, uma vez que afetam nosso tempo e nosso espaço;

2) consoante às dificuldades de acessar arquivos e documentos primários de pesquisa, criar uma rede de comunicação amazônica entre os IHG’s da região que possa favorecer o acesso às fontes de pesquisa;

3) diante do desafio de ampliar o diálogo entre os IHG’s existentes na Amazônia (estaduais: Belém, Manaus e Porto Velho; regional: Tapajós; e municipal: Parintins), nos comprometemos em promover uma maior troca de ideias e de experiências que possam ajudar a vencer a grande barreira das distâncias e a construir um movimento que contribua para ampliar a compreensão histórica sobre a Amazônia. Propomos, portanto, a criação de uma Confederação de Institutos Históricos e Geográficos da Amazônia que tenha como principal objetivo, o de favorecer essa comunhão e diálogo;

4) incentivar a criação de novos Institutos Estaduais nas capitais da Amazônia onde os mesmos não existam, bem como a criação de Institutos Regionais ou Municipais;
Além do exposto acima, expressamente deliberamos o seguinte:

1 – Pugnar pela preservação do patrimônio histórico, artístico, cultural e natural da Amazônia para que, com a devida chancela de todos os níveis de poderes de nossa Federação, a sociedade possa fruir e deleitar-se dos espaços: naturais, urbanos e culturais; buscando parcerias junto a outras instituições (IPHAN, Ministério Público, etc.) para definir quais são as urgências de proteção neste campo específico.

2 – Também, no intuito de ampliar o diálogo entre os IHG’s existentes na Amazônia, preparar-se com antecedência para celebrar os 200 anos da Independência em 2022. E ainda, com espirito de união e patriotismo, comemorar, em 2023, os 200 anos dos eventos históricos ocorridos em 1823, com a paulatina adesão definitiva dos polos políticos da Amazônia à Independência do Brasil, dada aos brasileiros em 7 de setembro de 1822.

3 – Promover um Pacto Cultural, com propostas de valorização das manifestações culturais e históricas da região com o objetivo de inserção efetiva da Cultura e Historiografia amazônica no contexto nacional. E ainda, lutar por uma maior e efetiva participação dos amazônidas e seus representantes, nas decisões e projetos concernentes à Região Amazônica.

4 – No intuito de dar publicidade ao Pacto Cultural ora proposto e divulgá-lo amplamente, cada Instituto signatário enviará aos representantes dos respectivos poderes estaduais e municipais, bem como secretarias e órgãos culturais e afins, cópia do presente documento, propondo a ampla difusão dos ideais propostos. Solicitar aos parlamentares federais de cada unidade da federação aqui signatária, mormente os senadores, para divulgar e prestigiar o referido Pacto Cultural a nível nacional.

5 – Para fins de ampliar o diálogo entre os IHG’s existentes na Amazônia (estaduais: Belém, Manaus e Porto Velho; regional: Tapajós; e municipal: Parintins), presente na Carta de Tapajós, retro transcrita, anunciar o III Colóquio dos Institutos Históricos e Geográficos da Amazônia, a ser realizado em Manaus, durante as comemorações do Centenário da criação do Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas – IGHA, em março de 2017;
Manaus, 23 de abril de 2016.

Assinaturas:

Antônio José Souto Loureiro – Presidente do IGHA
Yêdda Pinheiro Borzacov – Presidente do IHGR
Antônia Terezinha dos Santos Amorim – IHGTAP

 Após a aprovação da Carta os Presidentes dos Institutos, decidiram que o III Colóquio dos Institutos Históricos e Geográficos da Amazônia, seria na cidade de Manaus, fazendo parte das comemorações do Centenário do Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas, ficando o de 2018 para ser realizado em Porto Velho, Rondônia.
O Presidente do IGHA e anfitrião do II Colóquio dos Institutos Históricos e Geográficos da Amazônia agradeceu apresença de todos que participaram do evento e encerrou o Colóquio.
A parte social do evento contou com um almoço, constituído de pratos de peixes regionais; de um jantar especial de encerramento e de um passeio turístico à região das Anavilhanas, a uma maloca dessana, onde foram apresentados rituais especiais e ao Encontro das Águas, onde o associado de Rondônia Dante Ribeiro Fonseca foi batizado, nas duas águas e recebeu o título honorífico de Cavaleiro do Rio Negro e do Solimões e Defensor Perpétuo da Amazônia. A parte, a troca de experiências, de livros e de ideias, constituindo-se talvez em uma das partes mais importantes do encontro. Dos trabalhos desse evento resultará uma publicação do IGHA a ser lançada proximamente.


Alguns dos participantes dos diversos Institutos ao final do colóquio na sede do IGHA.

ACLER realizou evento do Dia da Poesia

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No auditório da Biblioteca Francisco Meirelles, a ACLER realizou dia 15 de março um evento relativo ao Dia Nacional da Poesia, ocorrido na data anterior. A atividade teve a parceria da Academia Rondoniense dos Poetas, ACARP, e foi coordenada pelo acadêmico João Batista Correia.

            O acadêmico João Correia fez uma palestra com o tema “A importância da Poesia na Vida Humana”, enfocando a relação dessa atividade literária com várias fases da própria construção do mundo.

            O representante da ACARP, poeta Paulo Martins, discorreu sobre a vida e obra do patrono da Poesia Brasileira, o poeta Castro Alves, lendo inclusive alguns de seus poemas.

            A acadêmica Yêdda Borzacov apresentou um trabalho literário sobre a vida e a obra do poeta e membro fundador da ACLER Bolívar Marcelino, falecido em 2010, lendo alguns poemas dele.

            A estudante de Jornalismo Lívia Costa leu uma crônica poética de sua autoria sobre um fato ocorrido em sua vida – a leitura chegou a merecer elogios de parte dos acadêmicos

Acadêmicos realizaram sarau

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Com participação de acadêmicos e familiares, a ACLER realizou no sábado, dia 12 de março no condomínio, onde reside o acadêmico Dante Fonseca, um sarau noturno, conduzido pelo acadêmico Samuel Castiel.

Desde outubro do ano passado este foi o terceiro encontro que os Acadêmicos realizaram, o primeiro no mesmo local do de sábado, o segundo no sítio do acadêmico José Monteiro.

A proposta é realizar um encontro – fora da programação mensal de eventos – a cada 45 dias, incluindo participação de não acadêmicos.

O acadêmico Raimundo Neves apesentou uma poesia nativista de sua autoria, tendo como inspiração a região onde ele nasceu e pela qual tem muita ligação, o Lago Uirapiara, em Humaitá. A poesia é parte de seu livro a respeito da história de Humaitá (AM)

Acadêmica Yedda Borzacov homenageada por seis academias paulistas

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            Historiadora Yêdda Borzacov, do Instituto Histórico e da Academia de Letras de Rondônia, homenageada por seis instituições paulistas
 


Diploma concedido à historiadora Yedda Borzacov nos 200 anos do Visconde de Porto Seguro
 
A historiadora rondoniense Yêdda Pinheiro  Borzacov recebeu em São Paulo homenagem de seis instituições ligadas à História de São Paulo, durante as comemorações dos 200 anos de nascimento de Francisco Adolfo de Varnhagen, escritor e diplomata, considerado o “Pai da História do Brasil”.
As instituições promotoras do evento, Academia Paulista de História, Instituto Martins-Staden, Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, Fundação Visconde de Porto Seguro, Fundação Ubaldino do Amarante e Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Sorocaba, outorgaram a condecoração do colar “Visconde de Porto Seguro”, evocativa do bicentenário e oficializado pelo Governo do Estado de São Paulo – Decreto nº 61678, de 3 de dezembro de 2015, à personalidades que se destacam na documentação da historiografia nacional, sendo por isso, merecedoras de especial distinção.
A professora, historiadora e escritora Yêdda Pinheiro Borzacov recebeu o colar em razão do trabalho que realiza em Rondônia, documentando a história e cultura do estado e ressalta que os estudos de Varnhagen dão a dimensão de sua importância para o País e não fez nada menos do que forjar e nos dar a concepção do que é ser brasileiro.
Francisco Adolfo de Varnhagen, escritor e diplomata, foi considerado o “Pai da História do Brasil” pelo seu pioneiro trabalho de pesquisa documental, utilizando uma metodologia em concordância com a sua época e com isso superando os cronistas que o sucederam.
Os fetejos ocorreram no período de 17 a 19 do corrente mês, em São Paulo e Sorocaba, com colóquio, apresentação musical, inauguração do busto de Varnhagen, o Visconde de Porto Seguro, lançamento do livro infantil “Um Visconde no Tempo das Magnólias” e outorga da condecoração do colar “Visconde de Porto Seguro”, dentre outros.
Na ocasião, a acadêmica Yêdda Borzacov entregou exemplares das obras “Trem Vivo” e “Rio de Histórias”, de Viriato Moura, Yêdda Borzacov e Samuel Castiel e “Porto Velho: Imagens Culturais”, de Yêdda Borzacov.

DEFINIDA PAUTA PARA REUNIÃO MENSAL DA ACLER

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A pauta da reunião mensal da ACLER, que será realizada dia 1 de março, próxima terça-feira, já está definida, conforme reunião preliminar na sexta-feira passada, incluindo a realização da Noite de Autógrafos, confirmada para dia 29 de março.
A reunião de Assembleia Geral será realizada na Casa de Cultura Ivan Marrocos a partir das 18h30, e a pauta será:
1. Leitura da Ata da reunião anterior
2 – Lançamento dos livros do acadêmico Paulo Saldanha
3 – Realizaçãoda Noite de Autógrafos
4 – Apresentação do acadêmico José Monteiro sobre o Grupo Teatral Exodus e a peça O Homem de Nazaré
5 – O que mais ocorrer.

Diretoria da ACLER se reúne e define calendário

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Diretoria da ACLER definindo novo calendário, dentre outros assuntos de pauta

Acadêmico lança dois livros em Guajará-Mirim

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Será neste sábado, 20, na Câmara Municipal de Guajará-Mirim o lançamento dos livros “Três xerifes da Fronteira” e “Crônicas Guajaramirenses – Prosa que desemboca em Humor”, a partir das 19h30, ambos de autoria do acadêmico e memorialista Paulo Cordeiro Saldanha.
O autor vai também fazer o lançamento dos dois livros no dia 3 de março, em Porto Velho,  no Casa de Cultura Ivan Marrocos.

Paulo Saldanha é membro da Academia de Letras de Rondônia, ACLER, onde ocupa a cadeira de número 35, que tem como patrono o médico, etnólogo e fundador da própria entidade Ary Tupinambá Pena Pinheiro. Saldanha também é membro fundador da Academia Guajaramirense de Letras, atuando na área hoteleira e sendo colunista do site gentedeopiniao.com.br e do jornal Alto Madeira.

“Crônicas Guajaramirenses” é prefaciado pela professora e acadêmica da ACLER Sandra Castiel que resume: “Cronista da vida na mata, da vida no entorno dos caudalosos rios regionais, Paulo Saldanha apresenta crônicas com múltiplos aspectos: sejam históricas, dissertativas ou humorísticas, todas, contudo, são perpassadas por uma natureza poética, natureza esta que brota do sentimento, da subjetividade do autor”.

Em “Três Xerifes da Fronteira” o autor cita o trabalho de cidadãos que, mesmo na distante região limítrofe com a Bolívia, deram exemplos de ação contínua em defesa da ordem e da cidadania. No livro Saldanha dá uma visão real na narrativa de quem vive e conhece aquele local”.

Além dos dois que serão apresentados neste sábado à comunidade literária de Guajará-Mirim, Paulo Saldanha também é autor de outros livros: O Alferes e o Coronel, O Oráculo da Candelária, Esperança – 50 Anos Depois, Crônicas Guajaramirenses – Prosa que Desemboca em Saudade e A Regenerada Comborça.

FUNDADOR DA ACLER LANÇA SUA NOVA OBRA “AMOR ETERNO”

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Será nesta quinta-feira, 4, a partir das 18h30, na Biblioteca Francisco Meirelles, o lançamento da nova obra do acadêmico Gesson Magalhães, o livro “Amor Eterno”, reunindo poesias diversas que dedica há mais de 60 anos à esposa.

“Ela sempre foi a minha musa”, disse o acadêmico ao falar da esposa a professora Ivete Magalhães, a quem o livro é inteiramente dedicado. O casal completou Bodas de Diamante em dezembro passado.

Professor de várias gerações, o acadêmico Gesson Magalhães foi um dos 15 intelectuais que em 1986 participaram da histórica reunião que fundou a ACLER e também teve participação decisiva no trabalho de revisão das constituições estaduais de 1983 e 1989.

O acadêmico Gesson Magalhães e autor de várias obras, dentre elas “Adejos de minh’alma” – livro de poesias, publicado em Rondônia. “Alguma Cousa” – ganhador do Concurso realizado por ocasião do centenário de nascimento de Vespasiano Ramos, 1º lugar dentre 49 obras concorrentes, além de diversos artigos e crônicas em jornais e revistas e colaborou em antologias, tais como: Porto Velho em Prosa e Verso e outras.

Uma obra do acadêmico Gesson Magalhães considerada épica é o poema “Porto Velho Ontem e Hoje”

1.Se Amizael cantou-te como infante, Se o Bolívar cantou teu tempo antigo, Se Cândido cantou-te como amante, Deixa que eu fale apenas como amigo.

2.És, Porto Velho, muito diferente Daqueles dias que já vão distantes, Quando morava aqui bem pouca gente E não tinhas em ti, tantos migrantes.

6.É muita gente e carros circulando Numa loucura insana e infernal. O progresso chegou, modificando Tua estrutura e teu potencial.

7.As tuas ruas não são mais aquelas ! E se a alma do Cândido, animada, Tentar, à noite, passear por elas, Corre o perigo de ser assaltada.

9.Hoje, teus bairros somam-se às dezenas, E com eles, os grandes desafios De controlar, lutando a duras penas, A poluição de igarapés e rios.

10.Até o velho Madeira está em perigo! O Candeias, o Garça, o Jamari, Que te viram nascer e que contigo, Viveram o progresso até aqui.

13.Queremos, Porto Velho, que tu cresças, Que sejas linda, que tenhas futuro, Mas tememos que logo te pareças Com um montão de lixo ou um monturo.

14.Que teus filhos e aqueles que aqui vêm, Pensem menos no ouro e mais em ti. Que te tratem melhor do que ninguém E façam sempre o melhor aqui.

16.Que voltes logo a ser bonita e humana. Que o Bolívar, o Cândido e o Misa Possam de novo, após a luta insana, Dormir tranquilos sob atua brisa.

17. E eu, que também por ti fui adotado, Possa ver-te crescer com galhardia, E meus filhos e netos, sem cuidado, Vivam em ti, na paz e na harmonia.