
Os acadêmicos Yêdda Borzacov, Abnael Machado de Lima e Matias Mendes formaram a Comissão Eleitoral – de pé o presidente Serafim da Silva

Grupo durante a eleição da ACLER: Acadêmicos Gesson Magalhães, Samuel Castiel (com a filha do acadêmico Heinz Jakobi – fotografando), Lúcio Albuquerque, Hugo Evangelista, Yêeda Borzacov, Abnael Machado, Paulo Saldanha e Matias Mendes; na fila de trás: Acadêmicos José Detoni, José Monteiro e Serafim da Silva
A posse da nova diretoria da Academia de Letras de Rondônia, ACLER, para o biênio 2016/2017, vai acontecer na primeira quinzena de janeiro, em dia ainda a ser definido. A eleição foi dia 7 passado, realizada na Casa de Cultura “Ivan Marrocos”.
Dos 38 membros efetivos com direito ao voto compareceram 26, incluídos os que, por residirem ou estarem fora de Porto Velho no dia sete, puderam votar pela internet, através de um email criado só para receber as manifestações dos eleitores. A primeira experiência da ACLER neste sentido foi muito elogiada pelos acadêmicos.
O presidente Serafim da Silva, vice-presidente da diretoria anterior e que assumira a direção da ACLER em agosto, elogiou o trabalho realizado pela comissão eleitoral formada pelos acadêmicos Abnael Machado de Lima (presidente), Matias Mendes (secretário) e Yêdda Borzacov, contando ainda com o suplente acadêmico João Batista Correia.
A única chapa inscrita foi eleita com todos os votos dos 26 acadêmicos votantes, e o presidente da comissão eleitoral, Abnael Machado, destacou que, apesar de haver apenas uma chapa, os que foram à urna deram a ela seu voto. “Estamos abrindo uma nova fase da ACLER”, disse ele, destacando que a nova diretoria terá a responsabilidade de conduzir a Academia nos próximos dois anos, sendo que em 2016 “vamos ter o ano 30 da criação da ACLER”.
Eleito presidente, o acadêmico Lúcio Albuquerque, que presidiu a Academia no biênio 2010/2011, ao falar ao final da contagem dos votos, repetiu uma frase usada por ele mesmo quando da outra posse: “A Academia é responsabilidade de todos nós e por isso conta com todos para o trabalho que a nova diretoria pretende realizar”.
A NOVA EXECUTIVA DA ACLER
É a seguinte a composição de acadêmicos da nova diretoria da ACLER:
Presidente – José Lúcio Cavalcanti de Albuquerque, repórter, pesquisador, escritor, ocupa a cadeira de número 30, cujo patrono é o poeta José Guilherme de Araújo Jorge.
Vice-presidente – Pedro Albino Aguiar, professor da UNIR, poeta, repentista, cordelista, escritor, ocupa a cadeira de número 18, cujo patrono é o poeta Humberto de Campos.
Secretário-geral – Hugo Evangelista da Silva, advogado, memorialista e escritor, ocupa a cadeira de número 10, cujo patrono é o escritor Artur Virgílio.
Diretor-financeiro – Samuel Moisés Castiel Júnior, médico, poeta, escritor, músico, ocupa a cadeira de número 37, cuja patronesse é a professora e folclorista Marise Magalhães Costa Castiel.
CONSELHO FISCAL
É a seguinte a composição do novo Conselho Fiscal da ACLER:
Membros Titulares:
Antonio Serafim da Silva, romancista, poeta, funcionário público, ocupa a cadeira de número 28, cujo patrono é o escritor Raimundo de Moraes.
Sandra Maria Castiel Fernandes, professora, historiadora, memorialista, ocupa a cadeira de número 36, cujo patrono é o professor Enos Eduardo Lins.
Gerino Alves da Silva Filho, funcionário público, pesquisador, escritor, ocupa a cadeira de número 40, cujo patrono é o professor Amizael Gomes da Silva, fundador da ACLER.
Membros Suplentes:
Zelite Andrade Carneiro, desembargadora, poeta, pesquisadora, ocupa a cadeira de número 26, cujo patrono é o ex-governador Jorge Teixeira.
Paulo Cordeiro Saldanha, advogado, romancista, historiador, ocupa a cadeira de número 35, cujo patrono é o médico e etnólogo Ary Tupinambá Penna Pinheiro, fundador da ACLER.
Raimundo Neves de Almeida, bancário, poeta, historiador, ocupa a cadeira de número 32, cujo patrono é o jornalista José Francisco Monteiro.


















Hoje tenho a registrar uma notícia alvissareira. Em uma sociedade, onde muitos estão mais ocupados em procurar defeitos que méritos no seu semelhante, é sempre motivo de alegria quando uma pessoa cujo indiscutível valor é reconhecido publicamente. Digo isto a propósito da homenagem que recebeu a professora, escritora e acadêmica (Academia de Letras de Rondônia – ACLER) Yêdda Pinheiro Borzacov. Trata-se do título de benemérita a ela concedido pela Academia Vilhenense de Letras. A distinção foi atribuída em razão de sua dedicação à cultura rondoniense. Tal dedicação resultou ao longo de anos de trabalho expressos em diversos livros, entrevistas e artigos publicados na imprensa, versando sobre literatura, história, folclore e arte, que documentam o universo cultural e histórico de nossa terra.
a estadual vários cargos de destaque nos setores de educação e cultura, onde deixou sua marca de amor as nossas coisas desde que iniciou sua atuação profissional como professora. Publicou obras de valor incomparável que registram para a posteridade um pouco do que foi e do que é este estado. Citamos algumas dessas obras:


Temos o prazer de anunciar a publicação do mais recente trabalho de pesquisa do mestre Emanuel Pontes Pinto: Acriânia: a Revolução do Acre e a Ferrovia Madeira-Mamoré, pela Editora Paka-Tatu de Belém (PA). O autor abrilhanta os quadros da Academia de Letras de Rondônia (ACLER) da qual é membro fundador e ocupa a cadeira de número 4. É também membro do Instituto Histórico e Geográfico do Pará e do Instituto Histórico e Geográfico de Rondônia. É formado em História pela Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR) e Mestre em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A seri
edade das pesquisas efetuadas pelo nosso confrade leva-nos a recomendar a leitura desse livro aos acadêmicos e profissionais de História assim como a todos aqueles interessados na História da Amazônia. A ACLER parabeniza seu associado, que com suas pesquisas mantem-se figura presente na vida intelectual de Rondônia, embora residindo distante há algumas décadas. São confrades como Emanuel Pontes Pinto que tornam a ACLER o que ela é: única e insubstituível.


