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Edital de Convocação Extraordinária

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ACADEMIA DE LETRAS DE RONDÔNIA

Edital de Convocação Extraordinária

Nós, abaixo citados, membros efetivos da Academia de Letras de Rondônia, ACLER´ e em conformidade com o seu Estatuto Social e o Regimento Interno,
CONVOCAMOS
os demais membros efetivos desta Academia para uma reunião tendo como pauta:
1 – A postura assumida pelo acadêmico William Haverly, presidente da Academia.
Dia – 26 de agosto de 2015
Hora – 18 horas em primeira convocação è as 18h30 com qualquer número de membros
Local – Federação de Futebol do Estado de Rondônia, Rua Rui Barbosa, no 800, Bairro Arigolândia, Porto Velho/RO.

Porto Velho, 19 de agosto de 2015

Assinam:
Abnael Machado de Lima
Yêeda Pinheiro Borzacov
Dante Ribeiro da Fonseca
José Monteiro S. de Souza
Samuel Castiel Júnior
José Lúcio Cavalcanti de Albuquerque
Hugo Evangelista da Silva
Matias Alves Mendes

Presidente da Sociedad de Escritores de Guayaramerin e sócio correspondente da Academia de Letras de Rondônia (ACLER) lança mais uma obra

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O escritor Carlo López Vaca, presidente de sociedade congênere à nossa, situada na cidade de Guayaramerin, na Bolívia, urbe fronteira às margens que compartilham do caudaloso rio Mamoré, lançou recentemente seu mais novo livro intitulado “Antologia Poética de Guayaramerin”. Segundo o autor:
“O departamento do Beni, mais especificamente a cidade de Guayaramerin, tem inspirado a todos que possuem veia poética e dedicado belas odes exaltando não somente a beleza da mulher guayarina, mas também a hospitalidade de sua gente e além disso teve a inspiração para cantar-lhe a vida e a natureza.
Esta obra somente quer resgatar aqueles versos que exaltam a beleza natural desse jardim paradisíaco que marcou profundamente aqueles que se sentem orgulhosos de serem guayarinos ou que adotaram, como sua pequena pátria esta pujante cidade portenha. Todavia, quis mostrar também aquelas obras poéticas ricas de inspiração que não se referem a Guayaramerin, pois foram escritas com esse véu que envolve com um manto mágico a todos que, ainda que brevemente, passaram por Guayaramerin.
O que pretende essa antologia é mostrar ao Mundo que por este solo passaram muitos poetas inspirados que deram o melhor de si. Auguro que, de certo modo, sirva ela de reconhecimento e prova de gratidão a todos aqueles que sentem que pelas suas veias, mais que sangue, corre o néctar da inspiração poética, com o qual cantaram suas belas mulheres, mais belas que um raio de sol nas margens do majestoso Mamoré.
É meu maior desejo que, com a mesma paixão com que elaborei essa obra seja também ela acolhida por todos os amantes da literatura, sobretudo aqueles que possuem alma de poeta.”
Carlos Lopez Vaca, Guayaramerin, 2015.

Lançamento do livro Porto Velho Cidade Centenária, porto entrevisto.

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Como parte das comemorações do Centenário da Criação do Município de Porto Velho foi promovido pela prefeitura deste município através da Funcultural o lançamento do livro “Porto Velho Cidade Centenária, Porto Entrevisto”, do professor, jornalista, escritor e músico Renato Menghi, paulista e radicado há mais de trinta anos de Porto Velho.
O evento ocorreu no auditório da biblioteca Francisco Meirelles no dia 08 de maio próximo passado e contou com numerosa assistência composta por escritores, estudantes universitários e cidadãos em geral.

Para nós da ACLER é uma satisfação constatar que o lançamento dessa obra confirma sua inseparável inserção na vida rondoniense. Já na apresentação da obra o autor pergunta: “Por que esses entrevistados?” e responde: “Na verdade, muitas pessoas poderiam falar de Porto Velho, pois não há pouca experiência e intelectualidade disponíveis, mas creio que muitos desses entrevistados seriam necessariamente procurados por qualquer outra pessoa que se dispusesse a fazer um trabalho semelhante.”

A participação dos acadêmicos da ACLER na obra é prova cabal de sua representatividade como instituição de criação e difusão cultural, pois dos doze entrevistados seis pertencem à ACLER. Foram entrevistados: Silvio Macedo dos Santos – Zekatraca , Ismael Camurça, Dom Moacyr Grechi , Joel Holder, Anísio Gorayeb, Ivaneide Bandeira e os acadêmicos Abnael Machado de Lima, Dante Ribeiro da Fonseca, Yêdda Borzacov, Euro Tourinho, Antônio Cândido e Adaídes Batista – Dadá.

Estamos então de parabéns como instituição, ao mesmo tempo em que parabenizamos ao autor pela iniciativa. O livro está muito bem escrito e apresentado graficamente, expressa um pouco dos vários aspectos da História de Porto Velho nos últimos anos através das histórias ali contadas.



Aniversário de 29 anos da Academia de Letras de Rondônia (ACLER)

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Na noite do dia 11/06/2015, a partir das vinte horas, realizou-se o jantar de comemoração pelo transcurso dos vinte e nove anos de existência da ACLER, fundada em 10/06/1986.  A confraternização ocorreu no Restaurante Lenhador e contou com a participação de inúmeros acadêmicos e seus familiares.

Durante o evento foi levantado um brinde à ACLER, sendo lembrado que nesses vinte e nove anos muitas academias surgiram e desapareceram em Rondônia, mas a ACLER continua viva e atuante porque seus membros escrevem ativamente e são lidos, cumprindo assim seu papel e, destarte, inserindo-se na sociedade rondoniense da qual faz parte.

Ainda, levantou-se um  brinde a nossa acadêmica Yêda Borzacov, pela iniciativa de promover não somente aquele evento, mas também de divulgar o natalício nos meios de comunicação da capital. Abaixo, fotos do jantar.

Desembargador do TJRO lança oitava obra literária

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“Derradeiros Cantos” esse é o título do oitavo livro escrito pelo desembargador inativo Dimas Fonseca. O lançamento acontece na sexta-feira (8), às 19 horas, na sede da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Rondônia (OAB/RO). Os leitores vão poder se deliciar com uma linguagem simples, clara e direta que marcam os textos produzidos pelo magistrado. A obra literária é dividida em duas partes e conta histórias instigantes vivenciadas pelo autor.

“Minha esposa impugnou o título do livro, me disse ‘você aparenta viver mais um pouco’, cheguei a cogitar pela mudança do nome. Essa ideia é influência de Gonçalves Dias, ele não falou ‘derradeiros cantos’, mas escreveu ‘meus últimos cantos’. Esse livro é o prenúncio da parte final da minha pretensão literária”, afirma o autor que confessa enorme admiração pelo poeta maranhense. A influência de Gonçalves Dias está presente nas obras do desembargador, o último livro escrito pelo magistrado chamado “Gonçalves Dias: Amor e Morte” narra os principais momentos da vida do escritor morto em 1864.

Dividida em duas partes, “Derradeiros Cantos” apresenta no primeiro momento alguns acontecimentos pelos quais o autor passou nos cinco estados que viveu: Minas Gerais, Piauí, Maranhão, Rondônia e Distrito Federal. A segunda parte da obra relata história verídica ocorrida na cidade natal de Guadalupe-PI ainda na década de 40 e fala sobre um susto dado na população local.

“Apareceu um louco que já era conhecido na cidade e se chamava Jerônimo, ele tinha fugido do Hospital Psiquiátrico da capital e chegou à nossa cidade na época de Festa Junina. Quando a notícia chegou, as mulheres ficaram atordoadas”, lembra o escritor rondoniense que acrescenta “Meu pai brincalhão disse ‘Já pensou se essas mulheres fossem atacadas pelo louco Jerônimo?’, foi quase que uma sugestão. Chamei um primo de São Paulo, pegamos uma saia da empregada e fizemos um vestido, coloquei um chapéu de couro na cabeça e um galo seco na mão. Depois comecei a  bater uma pedra na outra pelo mato, assim como fazia o louco. Lembro que avistei uma mulher bonita, e ao se deparar comigo correu aos gritos e apavorada. Quanto mais ela corria, mais eu e meu primo saímos atrás”, se diverte o escritor com o acontecimento ocorrido quando era adolescente. Essa narrativa está presente no capítulo “Um susto em uma donzela”, assim como tantas outras histórias divertidas.

O desembargador aposentado pelo TJRO pretende disponibilizar as obras para secretarias de educação fazer distribuição nas bibliotecas e escolas públicas. “Embora nessa obra tenha colocado ‘derradeiros’, o fato é que há muitas histórias interessantes por esse ‘mundão’. Vivi em muitos lugares e aprendi muitas coisas. É possível que eu rabisque mais algumas coisas daquilo que ficou para trás”, finaliza o autor de “Derradeiros Cantos” que estará disponível nas principais livrarias de Porto Velho.


Obras Literárias

Dimas Ribeiro da Fonseca é autor das obras “Discursos e Outras Contravenções” de 1983 que trata sobre os primeiros versos escritos pelo magistrado; “Minha Vida em Quatro Estações”, no qual o autor escreve uma autobiografia nos cinco estados que viveu – Piauí, Maranhão, Minas Gerais, Distrito Federal e Rondônia – obra datada de 2000;  “Cantos da Terra e do Infinito”, trazendo a segunda obra poética do escritor em 2005; “Entre o peso da Toga e o Canto da Lira” de 2001; “O Crime de Giletilândia”, baseado em fatos reais de um processo criminal no Nordeste e depois transformado em peça teatral pelo escritor em 2007, a biografia do pai Manoel Ribeiro da Fonseca, comerciante no Piauí e conhecido como “Seu Beija” também compõe o acervo do escritor, e a prosa “Gonçalves Dias: Amor e Morte”.


O Autor

Nascido aos 25 de março de 1931 em Guadalupe-PI – cidade inundada pela construção da Usina Hidrelétrica de Boa Esperança. Dimas Fonseca veio à Rondônia pela primeira vez, quando ainda era procurador no Distrito Federal em 1975, para integrar uma comissão que tinha como tarefa levantar o patrimônio indígena do Brasil.

A segunda vez também ocorreu nos tempos em que o estado ainda era Território Federal subordinado à Brasília com objetivo de fiscalizar as ações do Ministério Público na região, inspecionando a promotoria e curadoria.

Quando foi promulgada a lei 41 que transformava Rondônia de território para estado, o associado vivenciou o ato solene da transformação e ao retornar à Brasília para o cargo de procurador recebeu convite do governador Jorge Teixeira para integrar a primeira composição do novo Tribunal de Justiça. Ao lado dos desembargadores Hélio Fonseca, Aldo Castanheiras, Fouad Darwich (1º presidente do TJRO), José Clemenceau Maia, Darci Ferreira e César Montenegro. Dimas Fonseca é o sétimo integrante dos “7 Samurais do Judiciário de Rondônia”, como ficou conhecido os sete primeiros desembargadores do estado.

Escritor, filósofo e psicólogo Luiz Alfredo Garcia-Roza faz na ABL a segunda palestra do ciclo “Vertentes da literatura brasileira”

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O escritor, filósofo e psicólogo Luiz Alfredo Garcia-Roza fará na Academia Brasileira de Letras, a segunda palestra do ciclo “Vertentes da Literatura Brasileira” – O romance policial -, sob coordenação do Acadêmico, jornalista e escritor Antônio Torres. A conferência está marcada para terça-feira, dia 17 de março, às 17h30min, no Teatro R. Magalhães Jr., Avenida Presidente Wilson 203, Castelo, Rio de Janeiro. Entrada franca.
Serão fornecidos certificados de frequência.
O Acadêmico Antonio Carlos Secchin é o coordenador geral dos ciclos de conferências de 2015.
“Vertentes da Literatura Brasileira” terá mais duas palestras, sempre às terças-feiras, no mesmo local e horário, com os seguintes dias, conferencistas e temas, respectivamente: dia 24, Braúlio Tavares, A ficção científica e o espaço selvagem; dia 31, Fernando Paixão, Poema em prosa: a terceira margem.
O evento terá transmissão ao vivo pelo portal da ABL.
Saiba mais
O conferencista
Luiz Alfredo Garcia-Roza nasceu no Rio de Janeiro, em 1936, e formou-se em filosofia e psicologia. Foi professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e é autor de oito livros sobre psicanálise e filosofia.
Deixou a vida acadêmica para dedicar-se à ficção policial e às investigações do delegado Espinosa, personagem central de quase todas as suas histórias. Seu romance de estreia, O silêncio da chuva, recebeu os prêmios Nestlé de Literatura (1996) e Jabuti (1997).
Seus outros romances policiais são: Achados e Perdidos (1998); Vento Sudoeste (1999); Uma Janela em Copacabana (2001); O perseguido (2003); Berenice Procura (2005); Espinosa sem saída (2006); Na multidão (2007); Céu de Origames (2009); Fantasma (2012); e Um lugar perigoso (2014).

Acadêmica Nélida Piñon toma posse como titular da Cátedra José de Bonifácio, do Centro Ibero-Americano da USP, para 2015

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A Acadêmica e escritora Nélida Piñon tomou posse, como titular da Cátedra José Bonifácio, do Centro Ibero-Americano da Universidade de São Paulo (USP), para o exercício de 2015,  no dia 12 de março, quinta-feira, às 10 horas. O evento foi no Auditório “Prof. István Jancsó”, Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, Rua da Biblioteca s/nº, Cidade Universitária, São Paulo.
Nélida Piñon substituirá o economista, ex-Presidente do BID e da Secretaria Geral Ibero-Americana, Enrique Iglesias, titular em  2014. A Cátedra José Bonifácio foi fundada em 2013 e teve como primeiro ocupante o ex-Presidente do Chile Ricardo Lagos. O Acadêmico e professor Alfredo Bosi fará a saudação à nova titular, primeira brasileira a ocupar a Cátedra.
Carioca, quinta ocupante da Cadeira nº 30 da ABL, eleita em 27 de julho de 1989, Nélida Piñon estreou na literatura com o romance Guia-mapa de Gabriel Arcanjo, em 1961. Ao longo de sua carreira, colaborou em publicações nacionais e estrangeiras, proferiu conferências em diversos países, onde foi igualmente traduzida. É catedrática da Universidade de Miami desde 1990, havendo sido escritor-visitante das universidades de Harvard, Columbia, Johns Hopkins e Georgetown.
A escritora recebeu os prêmios brasileiros Golfinho de Ouro, Mário de Andrade e Jabuti — este, de melhor romance e livro de ficção de 2005, por Vozes do deserto. Recebeu também os prêmios internacionais Juan Rulfo, do México, Jorge Isaacs, da Colômbia, Rosalia de Castro, da Espanha, Gabriela Mistral, do Chile,  Menéndez Pelayo, da Espanha e o Premio El Ojo Crítico Iberoamericano 2014. Em 2005, pelo conjunto de sua obra, recebeu o importante Príncipe de Astúrias. É doctor honoris causa das universidades Poitiers, Santiago de Compostela, Rutgers, Florida Atlantic, Quebec e UNAN.

Série “Música de Câmara ABL” apresenta concerto de abertura de 2015 com o Quinteto Brincadeira a Cinco

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A Academia Brasileira de Letras abriu a temporada da série “Música de Câmara na ABL”, sob coordenação do Acadêmico Marco Lucchesi, com o apresentação do Quinteto Brincadeira a Cinco. O espetáculo foi realizado no 12 de março, quinta-feira, às 18 horas, no Teatro R. Magalhães Jr., na Avenida Presidente Wilson 203. A entrada foi franca.

O grupo é formado pelos seguintes músicos: Felipe Marateo (flauta), Leandro Finotti (oboé), Jeferson Souza (fagote), Werley Nicolau (trompa) e Gabriel Peter (clarineta).

Programa: Joseph Haydn – Divertimento; Jacques Ibert – Três peças breves; Ferenc Farkas –Serenata para sopros; Lorenzo Fernandez – Suite; José Siqueira – Brincadeira a cinco; Raphael Baptista – Instantâneos Folclóricos.

Saiba mais

O Quinteto Brincadeira a Cinco é integrado por músicos formados na Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e tem como objetivo divulgar o repertório de câmara em geral e brasileiro, em particular. O grupo existe desde 2011, quando seus integrantes criaram o Quinteto Experimental da Escola de Música da UFRJ, orientados pelo Professor Aloysio Fagerlande. Ainda no começo da carreira, venceram o 2º Concurso Furnas Geração Musical.

O quinteto tem recebido convites para atuar em diversos espaços culturais como na sala de música de câmara da Cidade das Artes, Salão Leopoldo Miguez, da UFRJ, Centro Cultural Light, Centro Cultural do Poder Judiciário, Centro Cultural Banco do Brasil, Centro Cultural da Justiça Federal, Museu Villa-Lobos, entre outros espaços, e em escolas municipais e estaduais com formato de concertos didáticos.  Na segunda edição da semana internacional de música de câmara do Rio de Janeiro, participou como grupo residente, atuando na programação do festival em diversas salas de concerto da cidade.

Acadêmico Cícero Sandroni faz palestra do ciclo “Vertentes da literatura brasileira”

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O Acadêmico, jornalista e escritor Cícero Sandroni fez na Academia Brasileira de Letras a palestra de abertura do ciclo “Vertentes da Literatura Brasileira” – Literatura e jornalismo -, sob coordenação do Acadêmico, jornalista e escritor Antônio Torres. A conferência aconteceu no dia 10 de março, às 17h30min, no Teatro R. Magalhães Jr., Avenida Presidente Wilson 203, Castelo, Rio de Janeiro. A entrada foi franca.

Serão fornecidos certificados de frequência.

O Acadêmico Antonio Carlos Secchin é o coordenador geral dos ciclos de conferências de 2015.“Vertentes da Literatura Brasileira” terá mais três palestras, sempre às terças-feiras, no mesmo local e horário, com os seguintes dias, conferencistas e temas, respectivamente: dia 17, Luiz Alfredo Garcia-Roza, O romance policial; dia 24, Braúlio Tavares, A ficção científica e o espaço selvagem; dia 31, Fernando Paixão, Poema em prosa: a terceira margem.O evento foi transmitido ao vivo pelo portal da ABL.

Saiba mais

Sexto ocupante da Cadeira nº 6, eleito em 25 de setembro de 2003, na sucessão de Raimundo Faoro, foi recebido em 24 de novembro de 2003 pelo Acadêmico Candido Mendes de Almeida, Cícero Sandroni, no mesmo ano, foi eleito tesoureiro na Presidência de Ivan Junqueira e, dois anos depois, Secretário-Geral na gestão do Presidente Marcos Vinicios Vilaça. Tomou posse como Presidente da ABL em 13 de dezembro de 2007, eleito pela unanimidade dos seus pares, e exerceu o cargo nos anos 2008 e 2009.Cícero Augusto Ribeiro Sandroni nasceu na cidade de São Paulo, a 26 de fevereiro de 1935. Cursou a faculdade de Jornalismo (hoje de Comunicação) da Pontifícia Universidade Católica e a EBAP – Escola Brasileira de Administração Pública, da Fundação Getúlio Vargas, onde foi bolsista.Em 1954, fez os primeiros estágios em redações de jornais, inicialmente na Tribuna da Imprensa e, em seguida, no Correio da Manhã, onde chegou a chefe da reportagem. Convidado por Odylo Costa, filho, ingressou na redação do Jornal do Brasil, na época da reforma editorial do diário e, ao mesmo tempo, atuou na rádio Jornal do Brasil. Em julho de 1958, transferiu-se para O Globo. Dois anos depois, assumiu a chefia da reportagem política do Diário de Notícias.Com a instalação do regime militar, em 1964, voltou a trabalhar na Tribuna da Imprensa, e na revista O Cruzeiro. Com Odylo, Álvaro Pacheco e o diplomata Pedro Penner da Cunha adquiriu uma empresa gráfica, de cujas máquinas saíram as duas primeiras edições da revista de contos Ficção, editada com a colaboração de Antônio Olinto e Roberto Seljan Braga. Em seguida, com Pedro Penner da Cunha, fundou a Edinova, editora pioneira no Brasil no lançamento de literatura latino-americana e do nouveau roman francês.Participou, em 1965, da conferência de jornalistas em Bonn, na Alemanha, que resultou na criação da agência internacional de notícias Interpress Service, da qual foi diretor no Brasil. Naquele mesmo ano, retornou ao Correio da Manhã, onde escreveu a coluna diária “Quatro Cantos”, de oposição ao governo militar.Com a censura imposta à imprensa após o Ato Institucional nº 5 e o arrendamento do jornal, deixou o jornalismo diário e ingressou em Bloch Editores, onde foi redator-chefe das revistas Fatos e Fotos, Manchete e Tendência. Sob sua direção, esta última recebeu, em 1974, o Prêmio Esso de Jornalismo, na categoria de Melhor Contribuição à Imprensa.Em 1976, dirigiu a última fase do Jornal de Debates, semanário de política e economia fundado por Mattos Pimenta, que se notabilizara, na década de 50, na luta pela criação da Petrobras. Ainda nesse ano, lançou novamente a revista Ficção. Na segunda fase, em 44 edições, Ficção publicou mais de quinhentos autores brasileiros.Em 1977, a convite de Walter Fontoura, retornou ao Jornal do Brasil, inicialmente como redator do Caderno B. Em seguida, editou o suplemento literário “Livro” e, de 1979 a 1983, escreveu a coluna “Informe JB”. Em 1984, assinou a coluna “Ponto de Vista”, no jornal Última Hora, com a colaboração do poeta José Lino Grünewald. Nesse tempo, foi um dos primeiros jornalistas a defender a realização de eleições diretas para a presidência da República.Em 1984, editou o Jornal do País, e, em 1985, escreveu artigos sobre política para a Tribuna da Imprensa. Colaborou com a revista Elle e escreveu resenhas de livros para O Globo. Dez anos depois, em 1994, dirigiu, com Ferreira Gullar e Ivan Junqueira, a revista Piracema.Editor de Cultura e Opinião do Jornal do Commercio em 1995, afastou-se no ano seguinte para escrever, com Laura Sandroni, a biografia de Austregésilo de Athayde. Voltou ao Jornal do Commercio em 2000, como diretor-adjunto da Redação e participou, com Antônio Calegari, da reforma gráfica que modernizou o jornal. Criou o suplemento cultural “Artes e Espetáculos” e deixou a redação em agosto de 2003 para escrever a história do Jornal do Commercio.Cícero Sandroni tem participado de vários júris de prêmios jornalísticos notadamente o Esso de Jornalismo, o Prêmio Embratel de Jornalismo e o Prêmio de Jornalismo Científico do CNPq. Na área de literatura, integrou o júri do concurso de contos da revista Ficção, e do Prêmio Goethe de literatura do ICBA. Colaborador de jornais e revistas, tem participado de seminários de jornalismo e literatura e pronunciado palestras sobre aqueles temas em centros universitários.

ACADEMIA DE LETRAS DE RONDÔNIA – NOTA OFICIAL

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A presidência da Academia de Letras de Rondônia lamenta ter de informar o falecimento do historiador e professor Emmanoel Gomes da Silva, ocorrido nesta terça-feira, 16 de setembro de 2014, na cidade de Vilhena, na qual tinha residência.

O historiador Emmanoel Gomes da Silva era membro efetivo da Academia Vilhenense de Letras razão pela qual a ACLER, além de solidarizar-se com a família enlutada estende suas condolências e solidariedade aos demais membros da AVL.

Porto Velho, 16 de seteembro de 2014

William Haverly Martins
Presidente da ACLER